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	<title>BLOG DO RODRIGO DORVAL</title>
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	<description>Blog sobre tecnologia, web e afins</description>
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		<title>Invasões de sites &#124; Incompetência ou habilidade?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 00:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento WEB]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 1.000 invasões em menos de 01 ano mostra a força da comunidade hacker, ou a fragilidade dos sites na internet? Essa deveria ser a pergunta a ser respondida pelos meios de comunicações nos últimos dias, ao invés de apenas causar mais orgulho no mundo hacker e desespero em<a href="http://blog.rdorval.com/2011/07/invasoes-de-sites-incompetencia-ou-habilidade/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais de 1.000 invasões em menos de 01 ano mostra a força da comunidade hacker, ou a fragilidade dos sites na internet? Essa deveria ser a pergunta a ser respondida pelos meios de comunicações nos últimos dias, ao invés de apenas causar mais orgulho no mundo hacker e desespero em usuários desinformados! Segundo a Zone-H, que cataloga ataques no mundo todo, o Brasil registrou 1.199 ações contra páginas públicas entre 24 de junho de 2010 e 24 de junho de 2011 – cerca de cem endereços por mês. As noticias publicadas são quase em teor hollywoodiano, com teorias de que o aumento da atividade de hackers no Brasil tenha acontecido por influência do fundador do Wikileaks, Julian Assange (puxa, mas o Assange não é fã do Lula? Foi o que ele disse em uma entrevista&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais alvos dos hackers nessa série de ataques organizados são na maioria as páginas de Prefeituras ou Câmaras Municipais, em geral de cidades pequenas. Mas sites governamentais de âmbito maior ou mais famosos foram hackeados, como o da Presidência da República, do Senado, Receita Federal, Petrobrás, Portal Brasil (que congrega todas as informações governamentais), do Ministério do Esporte, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e em vários Estados, como o Portal da Polícia Militar de São Paulo e vários sites de secretarias dos governos.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_632" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blog.rdorval.com/wp-content/uploads/2011/07/20110204_09_hackers.jpg" rel="lightbox[631]" title="20110204_09_hackers"><img class="size-medium wp-image-632" title="20110204_09_hackers" src="http://blog.rdorval.com/wp-content/uploads/2011/07/20110204_09_hackers-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Os piratas da internet estão a espreita!</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O objetivo dos ataques esta claro! Além de divulgar a LuLzSecBrazil (braço brasileiro do grupo de hackers denominado de LuLzSec, que ficaram famosos por atacar vários sites em apoio à Assange quando este teve seu dinheiro bloqueado pelos bancos), é também mostrar as vulnerabilidades da internet, expor dados sigilosos, protestar e pichar (alterar a página do site por outra confeccionada pelos hackers).</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa guerra, de um lado esta a justiça brasileira, que explica a ação como um congestionamento dos sites feita por robôs virtuais, que conseguiram 340 milhões de tentativas de acesso em menos de uma hora. Ele explica que os robôs capturam endereços de provedores fora do País e os clonam para mandar os ataques de fora para inibir ação de rastreamento da Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira discussão que aparece é a de que todas essas ações foram realizadas por grupos de crackers. Sim, crackers e não hackers como os meios de comunicação estão divulgando. A denominação hacker é dada aquele que dispõem de alto conhecimento para elaborar ou modificar software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas, tudo dentro da lei. Já os crackers são aqueles que quebram sistemas de segurança na intenção de obter proveito pessoal, ou simplesmente por diversão.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hacker é do bem!”, não vou nem entrar nesse mérito&#8230; Mas voltemos aqui ao foco! O fato de o cracker conseguir derrubar um site causa um dano, e está previsto no código penal, o usuário não sairá impune por isso. Se houver captura de informações se enquadrará em delito de interceptações de comunicações, previsto na lei de 1996, onde o usuário poderá responder penalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto aquele que invadir um site, quebrar um código de segurança, mas se não realizar nenhum dano ou ação que modifique o site invadido não pode ser punido judicialmente. No entanto está em tramitação na Câmara a PL 84/99, que caracteriza como crime informático ou virtual ataques praticados por hackers e crackers em especial as invasões e alterações de home pages e a utilização indevida de senhas (ainda é muito vago esse texto do projeto, por isso a importancia da participação de especialistas).</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que o Brasil é o paraíso dos hackers e crackers! Apesar de a lei estar mais avançada no exterior do que do no Brasil, é aqui que acontecem o maior número de casos, desde invasões a sites, roubos de senhas, fraudes bancárias, cartões clonados, crimes contra honra e violação contra direitos autorais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por todo o globo, os hackers gostam de se identificar como <em>white hats</em> (chapéus brancos, os mocinhos) ou<em> black hats</em> (chapéus pretos, os bandidos), mas por enquanto para a justiça aqui no Brasil há apenas tons cinzentos! Conversando com alguns especialistas em segurança pública, ouço que se as coisas continuarem assim, não haverá mais assaltos à mão armada em bancos. Todos os roubos serão feitos pela Internet (ou até via e-mail pelo meu celular). Será uma migração natural das quadrilhas!</p>
<p style="text-align: justify;">Intrigante é que no Brasil existem revistas como a H4ck3r, disponível em bancas de jornal de todo o país, e que vende cerca de 20 mil exemplares por mês para ávidos iniciantes nas artes ocultas da bisbilhotagem virtual. Para o editor da revista “<em>é uma linha muito tênue, eu sei, mas o que nos guia é o princípio da informação, da educação de nossos leitores de forma responsável.</em>”, essa foi boa!</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa boa que li, é de que o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, quer hackers trabalhando no governo (não se assuste! isso já é comum em vários países e tem dado certo). O problema é qual caminho esse hacker terá que trilhar para “merecer” um convite como esse do governo! Dependendo, será algo muito interessante fazer uns estragos virtuais não muito comprometedores para ficar conhecido.</p>
<div id="attachment_638" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blog.rdorval.com/wp-content/uploads/2011/07/3346942198_b36519ffd2.jpg" rel="lightbox[631]" title="3346942198_b36519ffd2"><img class="size-medium wp-image-638" title="3346942198_b36519ffd2" src="http://blog.rdorval.com/wp-content/uploads/2011/07/3346942198_b36519ffd2-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Ministro Mercadante defende que hackers sejam contratados pelo governo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Então o que devemos temer afinal? Esses ataques a sites governamentais injetam dúvidas sobre a segurança do ambiente virtual num momento muito frágil e importante, onde a população está conseguindo acesso à internet, criando fantasias que são nocivas ao crescimento da utilização da internet, principalmente para a população que não tem muito conhecimento sobre o tema e já tem vários preconceitos com a grande rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja só, quando acessamos dados na internet em sites governamentais (principalmente os federais), estamos na verdade acessando um espelho, uma cópia dos dados. Os originais ficam protegidos dentro de outros servidores que não têm acesso externo e em backups. O que acontece, é o acesso a uma cópia do conteúdo gerado, e no máximo a pastas abertas dentro desse servidor de acesso público.</p>
<p style="text-align: justify;">Então o que temos que temer é como estamos lidando com tudo isso. Governos e empresas precisam verificar constantemente suas políticas de segurança, pois o crime cibernético não segue um só padrão e está sempre mudando suas formas de ataque, de acordo com o surgimento de novas tecnologias. Elas precisam também reeducar seus usuários móveis, pois a entrega indiscriminada de tablets e laptops aos funcionários podem tornar seus sistemas e servidores vulneráveis a ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">Servidores sempre atualizados com firewalls e proxies bem configurados ajudam muito, rede com antivírus sempre atualizado e educação no uso da Internet também. Mas a origem do problema não vem de quem acessa das empresas, mas PRINCIPALMENTE do usuário doméstico, solitário em seu PC ligado diretamente num modem (que na maioria das vezes mantem a senha padrão dos aparelhos). Tudo isso só é possível porque sempre teremos um computador de um usuário descuidado ou mal informado que pode ser infectado por um vírus, que torna a máquina em um zumbi a serviço de poderosas redes de criminosos!</p>
<p style="text-align: justify;">Um cracker só precisa de milhares de computadores infectados com seus vírus que as tornaram em zumbis sob seu comando, para iniciar simultaneamente os milhões de acessos a um site até sobrecarrega-lo e tirá-lo do ar. Por se tratar de milhares computadores realizando o ataque, fica muito mais difícil combatê-lo, porque os responsáveis pela segurança do servidor não conseguem estabelecer regras para impedir todos os acessos que estão causando danos. Existem métodos mais avançados de bloqueio em casos como esse, que fecham todas as portas até que se normalize todos os acessos, ou ainda a distribuição do sistema em servidores localizados em várias regiões, obrigado que o ataque tenha que se dividir em varias frentes, diminuindo sua força e facilitando seu bloqueio.</p>
<p style="text-align: justify;">Num segundo estágio, se conseguirem sobrecarregar o servidor, aproveitam para derrubar o firewall do site/sistema e ter acesso ao servidor. Se estiver em uma rede de servidores e computadores, o estrago será bem maior! Pastas, arquivos, banco de dados e configurações podem ser alteradas (por isso a importância do conceito de espelhamento, backup, sincronização, redundancia e distribuição) das mais variadas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso pode acontecer com qualquer empresa ou governo (até a CIA e o FBI já foram atacados), o que diferencia os sites e nos dá segurança sobre eles é o tempo de resposta aos ataques e a proteção aos nossos dados, além da infraestrutura por detrás desses serviços web! Por isso, dê sempre preferencia a sites de bancos com modernos sistemas de logins e chaves de acesso da conta bancária, lojas virtuais com cadeados de criptografia reconhecidos, e sites de governo com reconhecido sistema de segurança, isso já ajuda muito! Veja, os sites/serviços com maior confiabilidade já invadidos no mundo tiveram apenas o desgosto de ficar alguns minutos fora do ar, mais nada! Nenhum dado foi vazado! Então, dê preferencia às referencias de segurança, e não tenha medo da internet, apenas seja sempre atento!</p>
<p style="text-align: justify;">E se quiser saber mais dicas de como proteger seu computador pessoal, <a href="http://blog.rdorval.com/2010/11/como-a-internet-pode-acabar-com-a-sua-paz/" target="_blank">acesse esse link e leia o post!</a></p>
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		<title>A verdade sobre o Social Commerce e compras coletivas</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2011/03/a-verdade-sobre-o-social-commerce-e-compras-coletivas/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 05:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho lido muita coisa sobre e-commerce e redes sociais nos últimos meses, e algumas delas um tanto absurdas. Me parece que há uma tentativa de apresentar a junção de ambos os conceitos  (chamado de Social Commerce) como a &#8220;nova tendência&#8221; do relacionamento web e o comércio virtual! Bem, eu preciso<a href="http://blog.rdorval.com/2011/03/a-verdade-sobre-o-social-commerce-e-compras-coletivas/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tenho lido muita coisa sobre e-commerce e redes sociais nos últimos meses, e algumas delas um tanto absurdas. Me parece que há uma tentativa de apresentar a junção de ambos os conceitos  (chamado de <em>Social Commerce</em>) como a &#8220;nova tendência&#8221; do relacionamento web e o comércio virtual! Bem, eu preciso analisar com você alguns paradigmas, conceitos e fantasias sobre esse assunto. Minha preocupação maior é que profissionais de tecnologia, marketing e estudiosos das mídias sociais têm enxergado tudo isso apenas como o renascimento da &#8220;propaganda boca a boca&#8221;, quando na verdade entendo que precisamos caminhar alguns quilômetros mais adiante e visualizar quem sabe oportunidades de negócios.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_607" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/desafio.jpg" rel="lightbox[605]" title="desafio"><img class="size-medium wp-image-607" title="desafio" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/desafio-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Quem sair na frente, poderá lucrar no futuro com esse conceito</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O primeiro mito que preciso derrubar é de que o <em>Social Commerce</em> pode ser realizado fora de redes sociais e o segundo mito é de que sites de compras coletivas (ou de clube de descontos) são a sua personificação! Não queira colocar os sites de compras coletivas ou sites de descontos como exemplos de<em> Social Commerce</em>. Veja, compras coletivas são uma tendência inegável e com certeza irão ajudar a ditar as regras de consumo para a próxima década, mas não podem ser considerados como ferramentas sociais, e sim comerciais coletivas!</p>
<p style="text-align: justify;">Os sites de compras coletivas, que surgiram nos EUA no ano de 2008 e que tiveram no Peixe Urbano sua primeira iniciativa totalmente tupiniquim, são na verdade a redescoberta de que juntar uma quantidade considerável de pessoas que desejam um produto pode atrair empresas para oferecer melhores preços ou até mesmo em condições extremamente promocionais. O empresário moderno pode investir neste método persuasivo de marketing, onde o deslumbre pelo desconto faz com que o consumidor descubra novas marcas e produtos pelo simples fascínio de estar levando vantagem diante dos demais que estão pagando até 90% mais caro por um produto!</p>
<p style="text-align: justify;">Se eu tivesse algo pra vender e necessitasse de uma ação poderosa de marketing, amanhã mesmo estaria anunciando minha oferta em um site desses! As compras coletivas evoluíram muito! Lembra-se inicialmente nesses sites, quando existia a regra única de que uma oferta só seria válida quando atingisse um número determinado de compradores? Isso hoje não acontece mais na maior parte dos casos! Agora a oferta vale a partir do momento de sua publicação e &#8220;o céu é o limite&#8221; para algumas ofertas (apesar de alguns sites continuarem a trabalhar com &#8220;limites de compra&#8221; quando eles na verdade não existem, sendo apenas usados como um estímulo para o apetite voraz do consumidor atual que gosta de se sentir &#8220;exclusivo&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, mesmo que compras coletivas seja uma febre, a Wikipédia não nos deixa afirmar que isso é<em> Social Commer</em>ce (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_commerce" target="_blank">leia a definição em inglês para Social Commerce</a>), pois em primeiro lugar não há nada social nesse método de compra, para falar bem a verdade, o comprador até torce para ter poucas pessoas comprando o cupom, para que ele seja mais bem atendido ou beneficiado (já imaginou um SPA com super lotação de pessoas que compraram um &#8220;<em>day spa</em>&#8221; com 80% de desconto?). Entenda, para ser &#8220;social&#8221;, estes sites deveriam usar as mídias sociais para divulgar e vender seus produtos, e isso AINDA não aconteceu plenamente, e é nesse fato que talvez estejam as oportunidades para ideias inovadoras! Existem exemplos na web de tentativas de fazer comércio eletrônico através de mídias sociais:</p>
<blockquote>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Recomendação e Avaliação &#8211; </strong> O Submarino, Americanas, Amazon, Saraiva, FNAC, Mercado Livre e Amazon são um exemplo, quando você compra algo, o site recomenda produtos relacionados que outros consumidores compraram, e mostra as avaliações e notas do produto cadastradas pelos usuários.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Colaboração e participação</strong> dentro do site de e-commerce que envolva o consumidor a colaborar no estilo <em>open innovation</em>,  um exemplo é a Camisetaria.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>SMM Social Media Marketing</strong> são ações para gerar tráfego via mídias sociais, essas ações envolvem atuação nas redes sociais que o seu público-alvo frequenta (ex: Dell e Bradesco no Twitter)</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>SEM Search Engine Marketing</strong> são ações que visam gerar tráfego para o site de e-commerce via buscadores (Google, Yahoo, Bing, etc.), atraindo consumidores para compra, ou sistema participativo fora de um site de e-commerce, que envolva o consumidor a colaborar (ex: Fiat Mio, MyStarbucksIdea, etc.).</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Iniciativas fantásticas! Mas isso ainda não é <em>Social Commerce</em>! Então nesse momento você me pergunta: Não tem nada parecido com <em>Social Commerce</em> ainda? Eu conheci uma ferramenta interessante chamada Bloompa, criada pelos empresários Thiago Nascimento e Ricardo Dantas. A empresa nasceu após estudo que Thiago e Ricardo realizaram na PUC do Paraná durante a realização de um trabalho de conclusão do MBA em Empreendedorismo Tecnológico. O espaço virtual reúne usuários que desejam falar e saber sobre qualidade, preço, economia e usabilidade de produtos e serviços comercializados na web. O usuário cria uma lista de desejos, que compartilha com seus amigos, onde pode avaliar um produto e até criar campanhas indicando onde encontrar algo mais barato, por exemplo. Outra possibilidade é angariar Bloomps para um determinado produto e brigar por preço com o comerciante! Começou a ficar interessante? Apesar da ferramenta ainda estar em fase de beta testes, entendo que o Bloompa é a tentativa de atingir este verdadeiro filão formado por:</p>
<blockquote>
<ul>
<li>8 em cada 10 brasileiros participam de algum tipo de rede social online</li>
<li>O comércio eletrônico no Brasil faturou R$ 6,7 milhões no 1º semestre de 2010 (WebShopers)</li>
<li>74% dos compradores online observam as recomendações de produtos (eMarketer)</li>
<li>86,3% dos compradores online considera lojas eletrônicas confiáveis (e-bit)</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">As plataformas sociais estão se mobilizando, ferramentas como Foursquare começam a se preparar para essa tendência ao lançar um recurso onde os consumidores são alertados quando existe alguma oferta próxima de sua localização. Existe também a Uniqlooks, que é uma plataforma para postar fotos de roupas ligadas ao Facebook e lojas de e-commerce, e para quem é fã da série Dexter, Ao entrar na Fan Page do seriado no Facebook, o visitante se deparará com uma aba chamada Shop. Ali se encontra uma vitrine de alguns produtos que são vendidos na loja. A partir deste aplicativo para o Facebook, os visitantes podem efetuar suas compras ou compartilhar os produtos que mais gostaram pelo botão “curtir”.</p>
<p style="text-align: justify;">O previsível esta acontecendo, pois o Facebook já estuda lançar sua plataforma de compras coletivas integrada à sua rede social (<a href="http://www.bloomberg.com/news/2011-03-12/facebook-will-introduce-new-service-that-sells-discount-deals.html" target="_blank">leia a matéria no site da Bloomberg</a>), unindo exatamente estes conceitos que ainda estamos buscando entender, e trabalhando com o chamado <em>Behavioral Commerce</em>, que utiliza o comportamento humano como arma para vender. Conceito que existe desde que o ser humano começou a analisar o consumidor para adequar a sua venda. O <em>Behavioral Commerce</em> é de forma simples, a analise e identificação do comportamento humano, e usar o resultado disso para gerar uma venda (<a href="http://blog.rdorval.com/2011/01/a-internet-pode-acabar-com-o-marketing/" target="_blank">leia um pouco sobre isso no meu post sobre Marketing e Internet</a>).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Social Commerce</em> não acontece apenas quando um internauta faz um comentário sobre o produto, deixa uma avaliação sobre o processo de compra, ou ajuda outro usuário que quer comprar ou acabou de comprar um produto. O conceito correto (se é que ele exista de fato) é ser um ambiente democrático e colaborativo de comércio, onde a plataforma não esteja a serviço de uma marca, mas que localize para nós nossos sonhos de consumo de acordo com o nosso perfil, seguidores, comunidades e conteúdos postados, e permita que juntamente com os nossos amigos ajudemos a customizar ou criar nossos próprios produtos, brigar por melhores preços diretamente com o fabricante, criar nossas ofertas, intermediar vendas, colocar vídeos e fotos de como estamos usando os recursos da nova câmera digital que acabamos de comprar, ou leiloar nossas bugigangas (imagine quem comprou o iPhone 4 vendendo o produto para comprar a versão 5! Vendendo para apaixonados pela Apple que ainda sonham com o seu primeiro iPhone, mesmo que usado&#8230;), e promover campanhas de desconto junto à grandes marcas reunindo seus amigos da rede, e compartilhar experiências de consumo com pessoas do mundo todo. E porque não também vender produtos que nós mesmos fabricamos nesse grande mercado virtual, ou rede social? Seria uma mistura maluca de Facebook, Orkut, Youtube, FlickR, Foursquare e Twitter com Mercado Livre, eBay, Peixe Urbano e algumas pitadas de Bondfaro e Buscapé! Você esta achando loucura? Não amigo!!! Isso é o futuro&#8230; Acredite!</p>
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		<title>A internet pode acabar com o marketing?</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2011/01/a-internet-pode-acabar-com-o-marketing/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 04:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
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		<description><![CDATA[Há poucos dias terminei de ler um livro muito interessante chamado “A lógica do consumo” do escritor Martin Lindstrom, um dos mais respeitados gurus do marketing mundial, e que presta consultoria a empresas como a McDonald’s, Nestlé, Nokia e Microsoft. O livro foi o terceiro mais vendido no mundo na<a href="http://blog.rdorval.com/2011/01/a-internet-pode-acabar-com-o-marketing/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há poucos dias terminei de ler um livro muito interessante chamado “A lógica do consumo” do escritor Martin Lindstrom, um dos mais respeitados gurus do marketing mundial, e que presta consultoria a empresas como a McDonald’s, Nestlé, Nokia e Microsoft. O livro foi o terceiro mais vendido no mundo na área de marketing em 2010 e não é para menos! Fala sobre um amplo estudo realizado em neuromarketing, de uma forma bem fácil , didática e com vários casos reais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_553" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/logica-do-consumo.jpg" rel="lightbox[552]" title="logica-do-consumo"><img class="size-medium wp-image-553" title="logica-do-consumo" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/logica-do-consumo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Livro: A Lógica do Consumo</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para quem não sabe, neuromarketing é uma espécie de casamento entre o marketing e a ciência. Através das técnicas de mapeamento do cérebro é possível entender os desejos e sentimentos subconscientes que impulsionam as nossas decisões diárias de compra. O estudo descrito nesse livro derruba uma série de mitos que temos sobre o que faz com que as pessoas comprem determinados produtos, inclusive a crença de que a utilização do sexo na publicidade ajuda a aumentar as vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro aborda, sob a ótica do comportamento humano diante do consumo, o marketing e seus mitos. E aproveitando o assunto deste livro, e também pegando um gancho de um artigo que li na Revista InfoExame deste mês (&#8220;O fim do marketing&#8221; &#8211; Don Tapscott), quero aqui refletir sobre o tema no meu primeiro post de 2011, e destacar o paradigma que o marketing enfrenta nesse inicio de década! Já falei sobre os paradigmas do jornalismo tradicional, mas vou me aventurar a também falar da comunicação pelo marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro-me quando conheci os 4 P´s do Marketing. Há não muito tempo atrás, quando um aluno estudava os conceitos mercadológicos de marketing na universidade, os 4 P`s (Produto, Promoção, Preço e Praça) eram uma das primeiras teorias abordadas e essas quatro palavrinhas eram chamadas de Composto ou Mix de Marketing. E esses conceitos formavam um conjunto de variáveis que influenciavam a maneira com que os consumidores respondem ao mercado. Vale lembrar que este conceito foi formulado pela primeira vez em 1960 por Jerome McCarthy e que durante anos orientou as estratégias de administração e marketing nas maiores empresas do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários pontos de interrogação se formam em nossas mentes quando nos deparamos com a nossa realidade atual frente à essas teorias! Uma realidade onde a tecnologia invade nossas vidas e a Internet está presente em quase tudo que fazemos, e por conta disso, nossos hábitos de compra e de consumo também mudaram e constantemente vêm mudando de acordo com essas evoluções tecnológicas. Logo surgem perguntas intrigantes na cabeça dos profissionais de marketing (e na minha também):</p>
<ul style="text-align: justify;">
<blockquote>
<li><em>Como gerenciar um mercado tão volátil e imprevisível, onde uma ideia boa nem sempre pode dar certo? Num universo onde grandes e pequenas empresas parecem se nivelar diante das telas dos clientes?<br />
</em></li>
<li><em>Como trabalhar o preço onde existem inúmeras alternativas para a escolha do cliente, inclusive em forma de compra coletiva?<br />
</em></li>
<li><em>Como trabalhar a praça onde agora o local mais adequado de compra é a Internet? Que através de um clique é possível decidir onde e como comprar o que quisermos e na hora que mais nos convenha?<br />
</em></li>
<li><em>Como fornecer um produto num ambiente onde existe um novo modelo de interatividade entre consumidores, que unidos buscam cada vez mais serem atendidos de forma satisfatória e digna?<br />
</em></li>
<li><em>Como promover e comunicar ao público interessado o que ele realmente quer num ambiente imenso e bombardeado de informações?</em></li>
</blockquote>
</ul>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_554" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/4ps.jpg" rel="lightbox[552]" title="4ps"><img class="size-medium wp-image-554" title="4ps" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/4ps-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Os 4 P´s do Marketing</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Estas perguntas nada mais são do que a reflexão do novo composto de marketing que deve ser adotado pelas organizações, pois essas questões dizem respeito a um novo comportamento de consumo que vem sofrendo mutações a cada dia. Será o fim dos “4 P´s” na era da web 2.0?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sempre digo em minhas palestras que está diante de nós uma geração que nasceu e cresceu com a tecnologia, Internet, computadores, videogames, Tv´s a cabo e a diversidade e rapidez no acesso aos mais diversos tipos de informações. Uma geração digital totalmente imediatista, mais informada e conectada (e também interligada), e até certo ponto mais consumista também, mas com valores de consumo diferentes e com uma forma totalmente singular de enxergar a publicidade, o marketing e o capital.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que a propaganda nas mídias tradicionais é importante para a Geração Y? E os Programas de Relacionamento e Fidelidade? Será que ela se interessa por pontos ou recompensas? Será que quer se tornar fiel a uma marca? Ou qual será o conceito dela para a expressão “fidelidade à marca”? Tenho amigos que dizem que para atingir este público, basta usar como parte da estratégia de marketing o uso das redes sociais como o Twitter, Facebook, YouTube, Linkedin e FlickR. Não sei se o caminho é tão simples assim, em apenas fazer uma “transferência de mídia”, já que o principal questionamento não é onde atingir esta geração, mas sim como convencê-la a acreditar, gostar e consumir uma marca, produto ou serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas minhas leituras por tentar entender tudo isso, me deparei com novas siglas que surgem como uma nova roupagem do marketing, algo aparentemente repaginado (até porque “repaginar” é um dos méritos do marketing), mas sem abandonar conceitos já bem experimentados. E eis que surgem os 4 V`s (Validade, Valor, Via, Voga). Este é o mais recente conceito que visa tentar adaptar o Mix de Marketing (os 4 P´s e os 4 C´s), orientando as empresas na era da internet:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<blockquote>
<li><em><strong>Validade </strong>(<strong>P</strong>roduto = <strong>C</strong>onsumidor). Atender às necessidades e desejos dos clientes não é mais suficiente para o seu sucesso. Ele deve apresentar também, validade, principalmente, no que diz respeito à segurança, às questões ambientais e sociais.<br />
</em></li>
<li><em><strong>Valor</strong> (<strong>P</strong>reço = <strong>C</strong>usto) – O Preço não deve ser a única variável do marketing na hora de definir o que é custo para o cliente. O marketing precisa ficar atento ao valor daquele produto para o seu cliente. A forma de obter lucro com um produto mudou, e nem sempre a venda direta é o melhor caminho, às vezes ele pode ser oferecido de graça e ainda assim ser mais rentável! </em><em> </em></li>
<li><em><strong>Via</strong> (<strong>P</strong>raça = <strong>C</strong>onveniência) – Ter um ponto de venda que seja conveniente já não é mais suficiente nos dias de hoje. As empresas precisam disponibilizar a melhor via de compra para seus clientes, ofertando seus produtos e serviços também pela internet, mas respeitando novos conceitos como o Social Commerce, e-Commerce coletivo, Mobile Commerce e CRM.<br />
</em></li>
<li><em><strong>Voga</strong> (<strong>P</strong>romoção = <strong>C</strong>omunicação) – Estar em voga exige mais do que apenas fazer promover ou fazer comunicação. Para se ter um anúncio de sucesso, ele deve ser moda ou tendência. Deve ser popular e ter grande aceitação do seu público. Adicione à comunicação os conceitos de engajamento, presença web, espalhabilidade, comunicação viral e relacionamento.<br />
</em></li>
</blockquote>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, o fato é que se nós queremos vender, precisamos urgentemente nos “reinventar”, entender e aprender a vender para esta geração que não evolui a passos largos como em tempos passados, mas sim, navega na velocidade da luz!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.rdorval.com/2011/01/a-internet-pode-acabar-com-o-marketing/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dicas de segurança para os programadores web de plantão</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/12/dicas-de-seguranca-para-os-programadores-web-de-plantao/</link>
		<comments>http://blog.rdorval.com/2010/12/dicas-de-seguranca-para-os-programadores-web-de-plantao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 21:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento WEB]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.rdorval.com/?p=524</guid>
		<description><![CDATA[Depois que escrevi o artigo “Como a Internet pode acabar com a sua paz!” recebi vários e-mails de leitores programadores, webmaster e até de webdesigners (ao contrário do que muitos pensam, eles também se interessam por programação!) querendo saber sobre as formas de ataques a sites mais conhecidos, e como<a href="http://blog.rdorval.com/2010/12/dicas-de-seguranca-para-os-programadores-web-de-plantao/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p>Depois que escrevi o artigo “<a href="http://blog.rdorval.com/?p=432">Como a Internet pode acabar com a sua paz!</a>” recebi vários e-mails de leitores programadores, webmaster e até de webdesigners (ao contrário do que muitos pensam, eles também se interessam por programação!) querendo saber sobre as formas de ataques a sites mais conhecidos, e como se prevenir. Longe de querer postar um compêndio sobre técnicas de invasão, quero apenas ajudar meus amigos a tornar sua aplicação ou infra-estrutura em algo mais seguro!</p>
<p style="text-align: justify;">Há uns meses atrás entrei em uma verdadeira &#8220;batalha virtual&#8221; com um hacker que estava tentando invadir um sistema que desenvolvi, e só percebi porque monitoro os arquivos de log do servidor atraves de uma aplicação usando o CRONTAB do Linux. Neste dia o hacker não obteve êxito, mas vi que usou uma série de técnicas como o já manjado SQL INJECTION, o Form Field Manipulation e o Javascript Off<strong> </strong>. Existem vários níveis de hackers, mas vejo muitos sites sendo invadidos por hackers novatos, isso porque os programadores deixam de lado uma série de cuidados necessários para a segurança de um site. Não acredito em sistema inacessivel, mas acredito que podemos nos proteger contra os 99% dos hackers existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, vamos falar então de forma mais técnica neste artigo sobre as formas de ataques e como se prevenir contra eles (não vou descrever a solução de tudo, porque isso tornaria esse blog pequeno demais&#8230; Por isso é preciso que você pesquise um pouco também!). Se em algum momento os termos forem indigestos para você não hesite: USE O GOOGLE! Bem, vamos falar sobre as formas conhecidas de ataques, em nível de categoria para ficar fácil:</p>
<hr style="text-align: justify;" />
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<div id="attachment_525" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/imagem-hacker.jpg" rel="lightbox[524]" title="imagem-hacker"><img class="size-medium wp-image-525" title="imagem-hacker" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/imagem-hacker-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Fique esperto para não ser a próxima vítima</p></div>
<p><strong>Rede:</strong> Ataques à estrutura de rede atingindo roteadores, firewall, cabeamentos, fibras, circuitos e switches.<br />
<strong>Servidores:</strong> Ataques ao servidor via HTTP, Componentes Web, Componentes de Negócio e Banco de dados.<br />
<strong>Aplicação:</strong> Ataques pela entrada de dados, autenticação, autorização, configurações, acesso a dados, manipulação de parâmetros, exceções e auditoria.</p>
<hr style="text-align: justify;" />
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><br />
Ataques à rede, servidores e estações de trabalho.</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cavalo de Tróia</strong> &#8211; O cavalo-de-tróia, ou trojan-horse, é um programa disfarçado que executa alguma tarefa maligna. Um exemplo: o usuário roda um jogo que conseguiu na Internet. O jogo secretamente instala o cavalo de tróia, que abre uma porta TCP do micro para invasão. Alguns trojans populares são NetBus, Back Orifice e SubSeven. Há também cavalos-de-tróias dedicados a roubar senhas e outros dados sigilosos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quebra de Senha</strong> &#8211; O quebrador, ou cracker, de senha é um programa usado pelo hacker para descobrir uma senha do sistema. O método mais comum consiste em testar sucessivamente as palavras de um dicionário até encontrar a senha correta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Denial Of Service</em> (DOS)</strong> &#8211; Ataque que consiste em sobrecarregar um servidor com uma quantidade excessiva de solicitações de serviços. Há muitas variantes, como os ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS), que paralisaram sites como CNN, Yahoo! e ZD Net em fevereiro deste ano, e o site da VISA e Citröen este mês. Nessa variante, o agressor invade muitos computadores e instala neles um software zumbi, como o Tribal Flood Network ou o Trinoo. Quando recebem a ordem para iniciar o ataque, os zumbis bombardeiam o servidor-alvo, tirando-o do ar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Mail Bomb</strong></em> &#8211; É a técnica de inundar um computador com mensagens eletrônicas. Em geral, o agressor usa um script para gerar um fluxo contínuo de mensagens e abarrotar a caixa postal de alguém. A sobrecarga tende a provocar negação de serviço no servidor de e-mail.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Phreaking</strong></em> &#8211; É o uso indevido de linhas telefônicas, fixas ou celulares. No passado, os phreakers empregavam gravadores de fita e outros dispositivos para produzir sinais de controle e enganar o sistema de telefonia. Conforme as companhias telefônicas foram reforçando a segurança, as técnicas tornaram-se mais complexas. Hoje, o phreaking é uma atividade elaborada, que poucos hackers dominam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Scanners de Portas</strong> &#8211; Os scanners de portas são programas que buscam portas TCP abertas por onde pode ser feita uma invasão. Para que a varredura não seja percebida pela vítima, alguns scanners testam as portas de um computador durante muitos dias, em horários aleatórios.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Spoofing</strong> </em>- É a técnica de se fazer passar por outro computador da  rede para conseguir acesso a um sistema. Há muitas variantes, como o  spoofing de IP. Para executá-lo, o invasor usa um programa que altera o  cabeçalho dos pacotes IP de modo que pareçam estar vindo de outra  máquina.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Smurf</strong></em> &#8211; O Smurf é outro tipo de ataque de negação de serviço. O agressor envia uma rápida sequência de solicitações de Ping (um teste para verificar se um servidor da Internet está acessível) para um endereço de broadcast. Usando spoofing, o cracker faz com que o servidor de broadcast encaminhe as respostas não para o seu endereço, mas para o da vítima. Assim, o computador-alvo é inundado pelo Ping.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Sniffing</strong> </em>- O sniffer é um programa ou dispositivo que analisa o tráfego da rede. Sniffers são úteis para gerenciamento de redes. Mas nas mãos de hackers, permitem roubar senhas e outras informações sigilosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Key Logger</strong></em> – Neste método o hacker consegue de alguma forma (vírus, trojan, horse ou worms) a senha do usuário autenticado. O vírus instalado no PC do usuário intercepta todas as teclas pressionadas no teclado durante a utilização do sistema.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Mouse Logger</strong></em> &#8211; Consiste no hacker conseguir de alguma forma (vírus, trojan, horse ou worms) a senha do usuário autenticado. O vírus instalado no PC do usuário intercepta e copia os pedaços das áreas visuais pressionadas pelo mouse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os ataques acima, sugiro soluções como um bom anti-virus para as estações de trabalho e um anti-vírus/firewall poderoso para o servidor de rede integrado ao anti-virus dos PC´s. Políticas de senhas internas , uso de sistemas de autenticação (proxy) e a configuração correta de usuários dentro de um dominio de rede também ajudam! E muito cuidado com as VPN´s e Webservices, elas podem ser uma grande brecha para ataques!</p>
<p>Hoje existem uma série de pacotes corporativos de softwares de segurança que conseguem evitar o tráfego de hackers em sua rede e que podem proteger suas aplicações e servidores de e-mails! Uma outra dica é alocar sua estrutura em um bom data center que lhe ofereça toda estrutura de segurança e backup, e que tenha itens como redundancia de link, segurança do host, filtros anti-spoofing, gerenciamento por tipo de tráfego e plano de contingência.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ataques à aplicação</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Buffer Overflow</strong></em> &#8211; É a técnica de explorar o sistema de entrada de informações do sistema enviando dados maliciosos. A solução é usar uma política de validação sistemática relacionado com: tipo de dados, tamanho, formato e intervalo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>XSS Script</strong> &#8211; Explora o sistema de entrada de informações do sistema enviando comandos maliciosos em: DHTML e JavaScript para serem executados nos navegadores. A solução é usar uma política de validação sistemática relacionada com: tipo de dados, tamanho, formato, intervalo e para informações em texto puro, validar e rejeitar códigos maliciosos. Defina sua White List.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>SQL Injection</strong></em> &#8211; O hacker explora o sistema de entrada de informações do sistema enviando comandos SQL maliciosos. O segredo é utilizar somente comandos SQL pré-compilados na camada de persistência.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>JavaScript Off</strong></em> &#8211; Consiste em desviar das validações na camada de visão, desligando JavaScript durante as requisições. Para evitar é preciso que as validações possam ser feitas na maquina do cliente (navegador), mas devem ser replicadas ou somente centralizadas na camada visão ou de negócio da aplicação. Nunca confie nos dados enviados pelo cliente ou naqueles dentro do protocolo HTTP.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Brute Force</strong></em> &#8211; Utiliza recursos automatizados para descobrir senhas de usuários. O atacante usa uma base de senhas pré-configuradas. A solução é a criação de uma Política de senhas fortes e bloquear logicamente o usuário após exceder o numero limite de tentativas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Dictionary</strong></em> &#8211; Parecida com o <em>Brute Force</em>, consiste em utilizar recursos automatizados para descobrir senhas de usuários. O atacante usa uma base de informações previamente configuradas de acordo com o perfil do usuário, juntamente com algum algoritmo computacional que gera combinações variáveis de tentativas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Session Hijacking</strong></em> &#8211; De posse de determinadas ferramentas, o hacker pode sequestrar o identificador de sessão do usuário durante o trafico HTTP. A solução é usar canal criptografado HTTPS, disponibilizar nas aplicações mecanismos para que o usuário autenticado possa terminar a sessão, colocando neles o habito de usar, além de reduzir ao máximo o tempo de duração da sessão.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Session Replay</strong></em> &#8211; O hacker pode conseguir de alguma forma (vírus, trojan, horse ou worms) o identificador da sessão do usuário autenticado. O vírus instalado no PC do usuário autenticado envia o identificador para o atacante que está fora da rede do usuário vítima. A solução é o sistema vincular a sessão do usuário autenticado com o seu IP origem e verificar a cada requisição HTTP.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Disclouse of Confidential Data e Data Tampering</em></strong> &#8211; Consiste no atacante sendo um usuário autenticado ou não, ter acesso a recursos, processos ou informações restritas. Uma forma de evitar é fazer a validação de perfil de acesso no momento que cada recurso, processo ou informações for requisitado. Opcionalmente, pode também ser inibido o mecanismo de acesso (links, menus, botões, etc&#8230;), que faz a ponte de invocação e execução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Worflow Undue</em></strong> &#8211; Com este método é possível furar uma sequência de páginas pertencente a um workflow de negócio através de bookmark. A solução é usar o padrão Syncronized Token para controlar todos os workflows existentes na aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Overlapping Transaction</strong></em> &#8211; Consiste no usuário sobrepor informações de outro usuário indevidamente. Identificar e aplicar a abordagem de Optimistic lock nestas transações é a solução.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Data Tampering</strong></em> &#8211; De posse de programas hacker, é possível alterar as informações dentro dos pacotes durante o trafegado HTTP. Usar canal criptografado HTTPS resolve.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Query String Manipulation</em></strong> &#8211; Envia informações maliciosas dentro da URL do HTTP GET. Para não ter dores de cabeça, criptografe os dados do GET, faça validações em todos os dados vindouros do GET ou nunca use esta abordagem, armazenando as informações na sessão do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Form Field Manipulation</em></strong> &#8211; O hacker pode enviar informações maliciosas dentro de campos HTML hidden e read-only, não esperado pela aplicação. Para evitar, repita sempre que necessário as validações de campos deste tipo cada interação HTTP ou nunca use esta abordagem, armazenando as informações na sessão do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Cookie Manipulation</strong></em> &#8211; O invasor pode enviar informações maliciosas dentro dos cookies usados pela aplicação. Use criptografia HMAC cookie para guardar valores importantes para aplicação, use cookies para guardar informações que não tenham impacto na aplicação ou nunca use esta abordagem, armazenando as informações na sessão do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Header Manipulation</em></strong> &#8211; É possível enviar ou manipular informações dentro do HTTP Header. Nunca baseie decisões de sistema nos headers HTTP, porque eles podem ser facilmente falsificados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Implementation Details</em></strong> &#8211; Consiste na aplicação expor detalhes infraestruturais, versão de plataformas, nomes de servidores, comandos SQL, configurações de banco de dados que podem ser usados de diversas formas por qualquer hacker. A aplicação deve apresentar uma mensagem genérica de exceção quando qualquer problema de runtime vier acontecer, usando a abordagem de Logger para registrar os erros técnicos e infraestruturais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Auditoria de acessos</strong> &#8211; Em uma aplicação sem auditoria, o usuário malicioso opera a aplicação sem nenhum registro de acesso ou alteração. A aplicação deve usar algum mecanismo de auditoria que registre as operações criticas, gerando, no mínimo, os dados de usuário, processo, data/hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Amigo programador, fique esperto para não ser a próxima vítima!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como a Internet pode acabar com a sua paz!</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/11/como-a-internet-pode-acabar-com-a-sua-paz/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 23:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.rdorval.com/?p=432</guid>
		<description><![CDATA[Uma notícia inesperadamente piscou esses dias no meu leitor de RSS: “Criadores de pragas virtuais querem cobrar direitos autorais de seus vírus”, quando li a matéria eu não acreditei! Seria, portanto, o copyright das técnicas de fuçar a vida digital das pessoas, ou de crackear programas alheios de forma legalizada.<a href="http://blog.rdorval.com/2010/11/como-a-internet-pode-acabar-com-a-sua-paz/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma notícia inesperadamente piscou esses dias no meu leitor de RSS: “<em>Criadores de pragas virtuais querem cobrar direitos autorais de seus vírus</em>”, quando li a matéria eu não acreditei! Seria, portanto, o copyright das técnicas de fuçar a vida digital das pessoas, ou de <em>crackear</em> programas alheios de forma legalizada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os crimes virtuais crescem a um ritmo tão acelerado que sua receita pode chegar a superar o faturamento do tráfico de drogas internacional. A motivação financeira lidera como a maior razão para os ataques virtuais. Segundo a Symantec, empresa de segurança da informação, 78% dos ataques ocorrem por motivos econômicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-432"></span>Não é de hoje que os criminosos virtuais estão crescendo a ponto de formarem verdadeiras quadrilhas ou “redes criminosas virtuais”, o número de fraudes na internet cresceu 6,5% no País entre 2004 e 2009 segundo o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil. O que me impressiona, é que apesar da popularização da internet, as pessoas continuam a cair em fraudes já velhas, de hackers amadores chamados “<em>lammers</em>”.  O <em>lammer</em> (ou Script Kiddie) é aquele ser que não quer estudar e se aprofundar nos conhecimentos técnicos da internet, mas adora comprar todo tipo de publicação com dicas de como ser um hacker de sucesso, além de utilizar todo tipo de programinha para (tentar) invadir máquinas, clonar cartões, descobrir senhas e tudo o mais. É aquele tipo que esta em diversos fóruns de segurança e cultura hacker na web e importuna a todos com perguntas cretinas, sendo, obviamente, execrado pelos mais experientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei se você sabe, mas existe uma diferença grande entre <em>hacker</em> e <em>cracker</em> (pelo menos em teoria). O hacker utiliza seus conhecimentos em prol de uma internet mais segura e consciente (mostrando suas vulnerabilidades e falhas), defendendo a quebra de patentes e o uso cada vez maior do software livre (dentre outras &#8220;bandeiras&#8221;). Já o cracker utiliza os mesmos conhecimentos para o crime, para tirar vantagem própria e &#8220;meter a mão&#8221; nos bens alheios, tanto quanto possível. Mas no final, o estrago causado por hackers e crackers é sempre uma dor de cabeça para as empresas e usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora o grande problema no combate das pragas virtuais no Brasil é a burocracia e legislação, pois os crimes são <em>on-line</em>, mas a legislação é “<em>off-line</em>”, e por isso a punição na maioria das vezes não acontece, e isso incentiva ainda mais os criminosos. Os golpes estão cada vez mais bem elaborados, como por exemplo: Os criminosos criam um clone de uma loja virtual verdadeira e com dados reais dessa loja (fazem isso muitas vezes de forma automatica através de feeds rss), espalham e-mails pela rede e quando o cliente entra no site, escolhe seus produtos e digita o número do cartão de crédito, os dados vão para o criminoso. O site pirata então redireciona para  a página real e informa a compra. O cliente recebe o produto normalmente, sem saber que o sigilo foi violado.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>As invasões online deixaram de ter como objetivo espalhar o caos. Criou-se um modelo de negócio para ganhar dinheiro, comparável ao tráfico de drogas. E os usuários continuam caindo nos mesmos erros. As ameaças continuam crescendo</em>”, disse Javier Ildefonso, diretor de marketing da Symantec para a Península Ibérica, à Europa Press.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados pessoais são o objetivo número 01 dos criminosos virtuais. Cerca de 90% dos ataques registrados na internet ocorrem para roubar as informações pessoais dos usuários. Desses, 32% pretendem furtar os dados do cartão de crédito. Outros 19% procuram informações sobre as contas bancárias.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes criminosas virtuais não atuam apenas na Internet, na verdade apenas começam seus crimes na rede, mas muitas vezes seus crimes extrapolam a tela do computador. Eu separei algumas dicas a pedido de amigos, veja algumas formas de evitar as fraudes pela internet:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>SEU COMPUTADOR</strong></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Proteja seu computador, tenha instalado um bom antivírus, um programa “<em>firewall</em>”e um anti-spam. Não forneça senhas jamais para programas desconhecidos.</li>
<li>Ao acessar redes sem-fio abertas (sem senhas) ou públicas, restrinja o máximo possível o acesso ao seu computador.</li>
<li>Evite a instalação de barras ou plug-ins desconhecidos em seu navegador de internet.</li>
<li>Usar programas piratas através de crack´s, keygen´s ou patcher´s são um risco no mínimo imenso&#8230; E nunca se esqueça: Usar programa pirata é crime!</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>E-MAIL</strong></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Atenção no destinário! Delete e-mails com remetente desconhecido ou cuja identificação levante suspeitas. Se a mensagem for incompatível com o destinatário, desconfie mais ainda!</li>
<li>Se ficar tentado em clicar no link de uma mensagem, verifique antes se a extensão é um arquivo .exe, .scr, .cab, ou qualquer outra extensão desconhecida. Se for, delete a mensagem.</li>
<li>Cuidado com mensagens beneficentes ou contendo imagens de catástrofes, pornografia, etc. A curiosidade do internauta é explorada pelos falsários para aplicar golpes. Os arquivos com as supostas imagens podem trazer programas de invasão.</li>
<li>Recuse ofertas tentadoras e milagrosas no seu e-mail. Normalmente elas são armadilhas para roubar dados.</li>
<li>Nunca participe das “correntes” de e-mail, os spammers usam esses e-mails para formar um banco de dados, e a partir dele disparam suas mensagens, ou vendem para empresas ou criminosos especializados.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>REDES SOCIAIS</strong></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Tenha cuidado com fotos pessoais, vídeos e também textos postados em sites de relacionamento, nunca coloque dados que possam expor seu endereço, informações de parentes e amigos, compras recentes, documentos ou até mesmo horários de suas atividades e seus costumes pessoais (criminosos nada virtuais, podem usar para “estudar” a vítima).</li>
<li>Fique atento a quem você aceita como um amigo em uma rede social. Pessoas mal-intencionadas entre seus contatos podem ter acesso a informações pessoais suas. Quantidade não é sinônimo de qualidade quando se trata do número de contatos em uma rede social.</li>
<li>As redes sociais, em geral, oferecem configurações para garantir algum nível de privacidade do usuário. Por exemplo, algumas redes permitem que você restrinja quem tem acesso às informações do seu perfil. Você pode personalizar esses ajustes de privacidade. Você também deve ter cuidado com os aplicativos que inundam as redes sociais; eles também podem acabar divulgando algo que você não deseja.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>COMPRAS ON-LINE</strong></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Antes de fazer a compra on-line, consulte no www.registro.br as informações da empresa. Lá é possível consultar o nome do titular do domínio, o endereço, o CNPJ da empresa e a data de criação do domínio. Com a data de criação é possível ter como base o início do funcionamento da loja virtual.</li>
<li>Com base do CNPJ da empresa, consulte o site da Receita Federal, e com base nos dados obtidos, é possível, confirmar se o endereço informado no Registro.Br é o mesmo que consta na base de dados da Receita Federal, tal como confirmar o endereço e abertura da empresa.</li>
<li>Verifique sempre a referência dos consumidores em sites e fóruns especializados, um dos mais conhecidos é o www.reclameaqui.com.br, além do Procon da sua cidade.</li>
<li>Desconfie de poucas formas de pagamento e prazo muito longo para entrega. Alguns estelionatários, &#8220;enrolam&#8221; o cliente até ter o dinheiro em mãos (no caso do Cartão de Crédito, que é necessário esperar até o &#8220;crédito&#8221; na conta do estelionatário).</li>
<li>Não acredite em certificações do BondFaro, Buscapé, CotaCota e afins. Está mais do que claro, que estas empresas não garantem credibilidade nessas informações e que os criminosos muitas vezes criam centenas de cadastros nestes sites, qualificando seus próprios sites falsos.</li>
<li>Não acredite se o cadeado de segurança estiver aparecendo no seu browser, às vezes pode ser apenas uma imagem! Clique nele e veja qual é o certificado e a criptografia (64 ou 128 bits). A navegação precisa acontecer em https.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Minha última dica é sobre senhas, a chave para entrar no mundo das suas informações confidenciais! Vamos às dicas:</p>
<ol>
<li>Nunca use senha como a data do seu aniversário (ou de alguem próximo), data de casamento, ou qualquer outra data.</li>
<li>Nunca use como senha um número de documento como RG, CPF ou qualquer outro documento.</li>
<li>Nem pensar em usar números telefônicos.</li>
<li>Não use nomes de pessoas conhecidas, ou de animais.</li>
<li>Nem pensar em senhas como admin123, 123456, 654321, minhasenha, senha123, 555555, essas coisas absurdas!</li>
<li>Mude sua senha constantemente, principalmente as mais importantes.</li>
<li>Não coloque como senha, a mesma usada para entrar no site do seu banco ou caixa eletrônico.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Uma dica legal é você formar sua senha com partes de respostas cuja a pergunta trata de algo totalmente secreto. Por exemplo, você formula 3 ou 4 perguntas onde as respostas podem ser números, ou palavras e dai pode até salva-la sem nenhum problema em lugar mais escondido no seu PC, desde que a resposta REALMENTE NINGUÉM SAIBA, nem mesmo sua familia e amigos! Sabe &#8220;aquilo&#8221; que você fez, e que só você sabe? Use isso como pergunta chave para gerar a resposta-senha! Mesmo que alguém encontre o arquivo com as perguntas, não terá nem idéia das respostas!</p>
<p style="text-align: justify;">É isso, cumpri minha promessa de escrever sobre o assunto, e espero que essas dicas sejam úteis para você!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>iPad, você realmente quer um?</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/08/ipad-voce-realmente-quer-um/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 04:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem pude passar umas boas horas funçando no iPad 3G do meu amigo, que comprou mais barato de uma amiga que tem uma irmã que mora nos EUA (entendeu?), e lá, pra variar, esses gadgets da Apple são bem mais em conta! Fiquei a principio pensando na utilidade daquele negócio<a href="http://blog.rdorval.com/2010/08/ipad-voce-realmente-quer-um/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ontem pude passar umas boas horas funçando no iPad 3G do meu amigo, que comprou mais barato de uma amiga que tem uma irmã que mora nos EUA (entendeu?), e lá, pra variar, esses gadgets da Apple são bem mais em conta! Fiquei a principio pensando na utilidade daquele negócio que parece uma monitor LCD extra fino que pesa cerca de 700 gramas (sim ele é pesadinho), e como aquilo realmente pode estar &#8220;revolucionando&#8221; o mundo da informação como gritam aos quatro cantos os geeks mais famosos, ou os profetas da geração Y&#8230; Para mim, é uma versão do Iphone só que desajeitadamente grande, pesada e&#8230; bonita para variar!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-417"></span>Depois de mexer por algumas horas, navegar na internet, ver e-mails e ver alguns aplicativos interessantes (que já conhecia do Iphone) comecei a ver algum sentido na histeria e de quem poderia ser a culpa. Primeiro analisando os desenvolvedores, que se concentram em fazer aplicativos baratos, de 99 centavos de dólar, para esse dispositivo. Isso muda a cara da computação. Você vai ouvir mais e mais sobre essa tendência nos próximos meses. Digo isso porque no passado era possível começar uma empresa com base num pacote de software e fazê-la crescer até uma megacorporação. Hoje, por vários motivos, isso é quase impossível. Não há chances para peixes miúdos. O melhor que essas empresas podem esperar é entrar na lista de compras das grandes: Google, Microsoft, Yahoo!.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma enxurrada de programadores que não conseguem mais encontrar emprego. Muitos deles então criam aplicativos para iPhone, iPad, Android e outras plataformas móveis. Isso é depois encorajado pelo fato de que eles são remunerados diretamente pelo sucesso. Muitos deles já ganharam milhões de dólares com produtos sem relevância nenhuma (veja o caso do aplicativo para Iphone que simula uma vuvuzela). Tudo isso só faz encorajar a ampla promiscuidade de aplicativos, o iPad, pelo jeito, vai no mesmo caminho. Suspeito que, em alguns anos, o mercado de software para tablets e smartphones vai reduzir o espaço de programas para micros de mesa e esse sucesso vai atrair mais desenvolvedores, até o ponto em que as máquinas de mesa caiam numa espécie de limbo, no qual não surgirão mais aplicativos novos ou interessantes. A ironia é que os superchips multinúcleos da Intel e da AMD vão continuar a evoluir, mas o software para eles, não.</p>
<p style="text-align: justify;">Uau! Não sou um profeta cibergeek por favor! Tudo isso é só mais uma tentativa de entender o mundo maluco de evoluções high-tech. Mas não é a toa que gente como Christina Aguilera, Justin Bieber e outros são vistos sempre com seus iPad´s debaixo do braço, na verdade ser fotografado com um é algo que traz um certo glamour e até um certo ar de intelectualidade&#8230; Você não acredita nisso? Quem imaginaria que o iPad seria usando por exemplo por pintores para produzir suas obras-primas? (<a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/artistas-usam-ipad-para-produzirem-suas-obras" target="_blank">leia mais&#8230;</a>). Ou ainda, que padres celebrem a missa usando um iPad? (<a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/aplicativo-permite-que-padres-usem-ipad-para-celebrar-missa.html" target="_blank">leia mais&#8230;</a>), ou que mediuns analfabetos usem para psicografar? (<a href="http://www.diariodebarrelas.com.br/2010/04/22/mediuns-analfabetos-usarao-ipad-para-psicografar/" target="_blank">essa é boa&#8230; estou rindo até agora</a>)!!! Até a policia pode ser beneficiada com o iPad, como por exemplo no caso de dois bandidos que foram presos após usar um site para tentar trocar um iPod e maconha por iPad (<a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/dupla-e-presa-apos-usar-site-para-tentar-trocar-ipod-e-maconha-por-ipad.html" target="_blank">leia isso&#8230;</a>). Modismos a parte, até a moda é influenciada pelo iPad, já que existem roupas da moda para quem tem um iPad (<a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4455181-EI12882,00-Empresa+australiana+cria+roupas+para+usar+com+iPad.html" target="_blank">leia isso&#8230;</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, minhas impressões do iPad é de que ele é sim no minimo interessante, e inicia um momento novo na tentativa desta geração de aposentar velhos conceitos de informação, entretenimento e relacionamento. Fico pensando que num futuro muito próximo nossos filhos não vão querer usar os tradicionais cadernos na escola, e que talvez mesmo o notebook seja muito arcaico, agora usar um iPad como material escolar é interessante (seria uma junção de caderno, livros didáticos, agenda e ainda poderia até ser usado na aula de artes&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">Agora &#8220;Nem tudo são flores, mas nem tudo também são ervas daninhas&#8221;, e é claro que olhando de forma mais critica penso que o iPad é apenas uma tecnologia intermediária, na verdade um gadget que tem tudo o que outros gadgets já tem há muito tempo (exceto a duração da bateria em uso intenso, 10 horas é algo extraordinário), se tenho um Iphone, seria desperdício comprar um iPad, já que o Iphone tem entre suas vantagens o fato de ser um bom celular, apesar de isso não ser tão importante hoje em dia não é?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez se o iPad fosse uma especie de tablet com o macOS seria mais interessante, mas como usariamos os programas em uma tela touch? Nossos dedos seriam um incomodo nos programas recheados de menus e botões  do MacOS da Apple&#8230; Talvez se ele não fosse nas proporções 4:3 seria um bom player de vídeos em HD, ou ainda se sua tela não fosse de LED, reflexiva, porque isso faz da leitura uma experiência  cansativa logo após alguns minutos. Já o Kindle e seus aparelhos-irmãos  utilizam a tecnologia e-ink, que faz a experiência ser bem agradável como  a leitura em papel.<a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/accessories_20100127.jpg" rel="lightbox[417]" title="accessories_20100127"><img class="alignright size-medium wp-image-419" title="accessories_20100127" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/accessories_20100127-300x282.jpg" alt="" width="300" height="282" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E se pudessemos realmente digitar textos no iPad podendo ter uma experiência melhor? (por isso a venda dos teclados por bluetooth da Apple fazem sucesso, mas isso não é contraditório?). Na verdade, seria legal se o iPad tivesse algo realmente diferente, novo&#8230; Confesso que fiquei frustado após algumas horas de uso, depois da euforia inicial, e pensando bem, meu conselho é que em se tratando de tecnologia o melhor não é andar na crista da onda, porque esse é o primeiro que o tubarão pega!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ao senhor Jobs, reconheço que se não fosse a Apple pouco teriamos para falar sobre inovações. Não sou applemaniaco (pelo contrário), mas é evidente que no futuro teremos gadgets realmente empolgantes, e tenha certeza, um deles terá a marca da maça!!!</p>
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		<title>Mídias sociais e as eleições 2010</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/07/midias-sociais-e-as-eleicoes-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 04:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo esta acostumado com o estilo tupiniquim de fazer campanha política no Brasil: Comícios, carreatas, horário político na tv e no rádio, panfletos, camisetas e tudo mais que aos meus ouvidos me soa como algo ainda na versão 1.0, precisando urgentemente de um upgrade. Bem, ainda não é uma<a href="http://blog.rdorval.com/2010/07/midias-sociais-e-as-eleicoes-2010/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo esta acostumado com o estilo tupiniquim de fazer campanha política no Brasil: Comícios, carreatas, horário político na tv e no rádio, panfletos, camisetas e tudo mais que aos meus ouvidos me soa como algo ainda na versão 1.0, precisando urgentemente de um upgrade.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, ainda não é uma versão 2.0 de campanha política, mas pelo menos agora em 2010 os candidatos têm um novo “palanque” para divulgar suas propostas: as mídias sociais. Só que ao contrário do “palanque” convencional, uns não ficam na parte de cima e outros na de baixo. Todos estão no mesmo nível, todos usam as mesmas ferramentas para ser ouvido e principalmente para falar, criticar e reclamar. Quando um político faz uma carreata é seguido apenas por aqueles que concordam com suas propostas, o horário político só assiste ou ouve quem ainda não definiu em quem votar ou quem realmente gosta do candidato e de horário político.<br />
<span id="more-386"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas nas mídias sociais, o político não é apenas seguido por seus simpatizantes, as pessoas estão ali a todo o momento monitorando os passos, tentando dialogar com os candidatos e caso não haja resposta imediata, não é uma vaia que o político vai receber, mas sim uma campanha contra ele, que pode ser acompanhado de um vídeo viral, mensagens e hastags contra o político.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para que nada disso ocorra o candidato que entrou nas mídias sociais, deve estar pronto para ouvir e responder, promover diálogos com todos, sejam eles simpatizantes ou não. O Twitter, Facebook, Orkut, Formspring, não é lugar para monólogo, tudo pode e deve virar um diálogo, um debate. O candidato pode conseguir votos e o cidadão pode obter respostas (mesmo que sejam apenas promessas) e assim tirar a dúvida sobre  quem votar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esse post que escrevo aqui é motivado depois que recebi uma dezena de e-mails com títulos &#8220;bombásticos&#8221; afirmando terem descoberto o passado negro de Dilma (ela foi uma guerrilheira e assaltante de banco, mas o que meus amigos dos e-mails não sabem é que esses &#8220;arquivos confidenciais&#8221; pertecem a polícia da ditadura, mais conhecida como DOPS) ou ainda as falcatruas de José Serra (de que ele teria uma sociedade em uma ong chamada IDELT que teria recebido mais de 5 milhões do governo paulista, mas cadê as provas? Ou as ligações dele com o famoso caso do BNDES, nossa&#8230; você ainda lembra disso?).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu fico impressionado com o poder que a Internet outorga às pessoas, elas podem disparar centenas de e-mails defendendo seu candidato e atacando o inimigo com o mesmo calor das militâncias nas décadas de 80 e 90 (lembram-se dos &#8220;caras-pintadas&#8221; contra o Collor? Tem gente que pintou o rosto e até hoje não sabe exatamente o porque&#8230;) . Dos presidenciáveis, talvez a mais ilesa de tudo isso é a Marina, mas quem diria, tem e-mails para ela também! (simpatizante do MST, e defensora do governo de Evo Morales&#8230; aquele das refinarias da Petrobrás na Bolívia!)</p>
<p style="text-align: justify;">90% dessas mensagens são uma baboseira sem tamanho de pessoas presas à tradições familiares que por pior que seja o candidato, precisam defender sua posição entre direita e esquerda (se é que ainda existe lado na política brasileira) ou ainda influências religiosas que acreditam que existem &#8220;forças malignas&#8221; por detrás de algumas siglas, loucura!!! Mas eu não quero nem de longe me meter em política (meus tempos de militância morreram junto com as promessas&#8230;), mas o fato é que a Internet esta ai, causando uma nova revolução, só que muito mais abrangente e cheia de argumentos, só para se ter uma idéia em números:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>A internet no Brasil possui 64,8 milhões de usuários e 80% acessam as redes sociais (dados até 9/09)</p></blockquote>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>404 políticos usam o twitter</p>
<p>O político com maior número de seguidores é José Serra com 218.811</p>
<p>83 dos políticos no twitter são do PT</p>
<p>250 dos políticos são deputados federais</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Se algum político desavisado ainda não acordou para o fato de que a Internet é a bola da vez para as próximas eleições, é bom ficar ligado. Existem certas realidades que são inevitáveis. E a influência das mídias sociais nas próximas eleições é uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">A política brasileira ainda está muito longe de entender a filosofia que norteia o novo mundo das mídias sociais. União por afinidades, ações coletivas em prol de um bem comum, mobilização de pessoas de diferentes países, projetos inovadores e criativos, campanhas online e novidades nascem diariamente no mundo web. Como o próprio nome já diz, é a teia que vem sendo tecida e que une o que antes não seria possível: gente, ideais, valores, quereres, força e poder. Os anônimos estão ganhando voz, porque sua força vem do coletivo. A vida na Internet é essencialmente colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos acreditar que essa eleição vai ser marcada pela batalha digital, todos os candidatos acreditam que a internet mais especificamente as redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Ning, Formspring, Youtube e Facebook) serão uma importante ferramenta para conquistar os eleitores. Explorar a Internet não é fácil (eu que sobrevivo disso sei bem do que estou falando&#8230;), mas é um meio de comunicação muito mais acessível financeiramente que as mídias tradicionais. Ao mesmo tempo em que os freqüentadores de sites vão se irritar com a forte presença de políticos (ou coisa parecida) será interessante analisar esta invasão.</p>
<p style="text-align: justify;">É sabido que as classes C e D estão já incluídas no meio e devido ao óbvio interesse desses candidatos em atingir massas, o trabalho de webmasters e escritores (principalmente os mais populares, chamados pró-bloggers) será muito exigido e descobrir as soluções utilizadas pelos mesmos será decisiva em uma nova forma de se fazer campanha. Inspirados pela eleição vitoriosa de Barack Obama (presidente dos Estados Unidos da América) que se utilizou da rede até para receber doações. Obama já provou que esse tipo de estratégia dá certo, mas será que os políticos brasileiros estão prontos para isso? Assim, veremos nas Eleições de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, sigam (bem de perto) nossos três candidatos: <strong><a href="http://twitter.com/dilmabr" target="_blank">Dilma Rousseff</a></strong>, <strong><a href="http://twitter.com/joseserra_" target="_blank">José Serra</a></strong> e <strong><a href="http://twitter.com/silva_marina" target="_blank">Marina Silva</a></strong></p>
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		<title>As redes sociais contra a imprensa, viva o Twitter!!!</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/06/as-redes-sociais-contra-a-imprensa-viva-o-twitter/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 03:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos vivendo as emoções da Copa do Mundo, período em que todos nós nos tornamos patriotas e vestimos nossas roupas com as cores do Brasil e colocamos nossas bandeiras em janelas, carros e onde mais puder! É pena que somente nesses períodos nos tornamos apaixonados pelo país que nos abriga,<a href="http://blog.rdorval.com/2010/06/as-redes-sociais-contra-a-imprensa-viva-o-twitter/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estamos vivendo as emoções da Copa do Mundo, período em que todos nós nos tornamos patriotas e vestimos nossas roupas com as cores do Brasil e colocamos nossas bandeiras em janelas, carros e onde mais puder! É pena que somente nesses períodos nos tornamos apaixonados pelo país que nos abriga, mas isso é coisa pra outro post, e em outro blog!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nessa copa algo interessante aconteceu: o povo brasileiro que frequenta as mídias sociais deram um sinal veemente de existência e força diante da mídia tradicional, principalmente a TV! Em pouco tempo, as palavras “CALA BOCA GALVÃO” e “BOCA GALVÃO” ocuparam o 1º e 3º lugares em mensagens mais twittadas, enquanto FIFA WORLD CUP e #WORLDCUP ficaram em 5º E 6º! E tal fenômeno continua como um dos mais comentados no Twitter em todo o mundo, causando um grande constrangimento a TV Globo e principalmente ao Galvão Bueno.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-355"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, os usuários do twitter em outros países pensaram que o “CALA BOCA GALVÃO” tratava-se de uma campanha no Brasil pedindo proteção a uma ave em extinção. Um usuário do twitter nos Estados Unidos postou: “Galvão é uma ave muito rara no Brasil. CALA BOCA significa SAVE, os brasileiros estão muito tristes porque muitas GALVÃOS morrem todos os dias”. E ainda: “CALA BOCA GALVÃO, o mundo não pode viver sem esse pássaro!”. Outros perguntaram se era uma campanha da ONG ambiental Greenpeace: “Cala Boca Galvão é um novo projeto do Greenpeace?”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ao saber das proporções que o termo tomou, o público brasileiro começou a fazer campanhas para que a expressão se tornasse líder do trending topic mundial, ganhando comunidade no Orkut, conta no Twitter, comunidade no Twinester e até mesmo uma conta no Twitter para o Instituto Galvão, que estaria ajudando as aves, prometendo que cada tweet com a hashtag seria doado 10 centavos para a causa. (é mole?). Mas quando parecia que o Galvão Bueno não iria ser mais desbancado, um colega de emissora chegou para tomar seu lugar na primeira posição dos trending topics mundial do Twitter, seu nome: Tadeu Schmidt!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O jornalista Tadeu Schmidt pegou o lugar do locutor após a crítica que ele fez no Fantástico sobre o comportamento do técnico Dunga. O treinador (segundo informa a emissora) ironizou e falou palavrões para o jornalista Alex Escobar na coletiva de imprensa após a vitória do Brasil contra a Costa do Marfim. &#8220;O técnico Dunga, no comando da seleção há quase quatro anos, não apresenta nas entrevistas comportamento compatível com a imagem de alguém tão vitorioso no esporte. Com frequência usa frases grosseiras e irônicas. Hoje depois de uma vitória incontestável mais uma vez foi assim&#8221;, disse Schmidt antes de apresentar o trecho da entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas dessa vez o CALA BOCA TADEU SCHMIDT não é simplesmente uma brincadeira, os twitteiros estão revoltados com a Globo e sua cobertura da Copa sempre agindo contra o técnico Dunga. O CALA BOCA TADEU SCHMIDT é contra uma afirmação do reporter Tadeu Schmidt, irmão de Oscar Schmidt, ao dizer que a Globo se preocupa com a verdade e em transmitir a melhor informação. Para alguns twitteiros foi como tê-los chamado de burros! Após a Globo dar o tiro no pé e tentar jogar o povo contra Dunga, “de repente” os artistas, comentaristas esportivos e locutores da Globo começaram a postar no twitter contra o técnico Dunga. O que resultou em mais uma chovalhada de twitts contra a Globo…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sou um amante do BOM jornalismo, mas confesso que sinto vergonha em ver a situação decadente da mídia tradicional e sua total falta de compreensão do mundo novo, onde as pessoas se opoem ao modelo imposto pela mídia tradicional há decádas! A geração atual apresenta para todos nós um mundo paralelo e alternativo totalmente diferente, nela as pessoas podem falar, ouvir e principalmente se unir em prol do que considera justo (no caso do #calabocatadeuschmidt) ou ainda apenas para se divertir fazendo uma crítica bem humorada (como no caso do #calabocagalvão e da Baleia Geyse Arruda).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não quero falar de como o Dunga se comporta em suas batalhas épicas contra a imprensa há mais de 20 anos (é&#8230; lembra da &#8220;era Dunga&#8221; na copa de 1990 e 1994?), mas sim, quero falar de como o mundo se comporta ao ver pessoas públicas, empresas e marcas envolvidas em polêmicas, e como as redes sociais fazer parte de tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A reação do Dunga não foi em função apenas daquele gesto do jornalista. Qualquer um que tenha o mínimo de boa vontade sabe que a grande mídia, especialmente em se tratando de assuntos como Copa do Mundo, espetaculariza, explora demasiadamente e amplifica qualquer acontecimento. Penso que o Dunga cedeu pelo cansaço, e o público, pelo menos no Twitter, expressou o mesmo. As opiniões dispersas quando se juntam no ambiente fértil da web, tomam uma força já bastante considerável. Espero que sabendo disso, as emissoras de TV passem considerar a capacidade racional do espectador. Mesmo ainda se guiando por opiniões emolduradas como a dos tuiteiros famosos, repetindo suas frases de efeito e tags, o público mostra sua simpatia por aquilo que parece &#8216;subversivo&#8217;, underground, mesmo que ainda continue assistindo às novelas, ao bbb e aos jogos com o próprio Galvão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se antes uma fala como a do Tadeu não ecoava de forma densa e organizada, pela web isso acontece, e a efetiva via de mão dupla volta também contra as convicções de quem ainda não se acostumou com ela, mas e daí? Isso não muda o fato da Globo ter o poder de reverter situações como fez com o Galvão e nem o fato de que qualquer besteira vira trending topics hoje em dia, basta ver Geyse Arruda e afins certo? Errado!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Olhando toda a história, posso realmente comentar o que aprendemos com o “CALA BOCA GALVÃO” ou o “CALA BOCA TADEU SCHMIDT”, em particular do ponto de vista do marketing digital, do uso das redes sociais para as marcas, pessoas e empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, é fato notório, comprovado mais uma vez neste caso, que a impressa está ligada no Twitter de forma irreversível, e que assuntos que aparecem com relevância na rede passam a pautar muito jornais importantes. Isso mostra que o Twitter pode ser uma ferramenta de comunicação empresarial muito eficiente, principalmente se associada a um blog, o que dá mais profundidade aos textos. Jornalistas, artistas, políticos ou personalidades do mundo dos negócios estão, cada dia mais, ligados à Internet e ao Twitter, e a ferramenta passou a ser fundamental na assessoria de comunicação, nas relações públicas e na exposição da marca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar,o caso mostra a importância de estar monitorando as mídias sociais, e a repercussão de um ataque a sua marca na rede. Não se trata de patrulhamento, mas da constatação que a Internet pode prejudicar uma marca, um produto ou uma pessoa em escala planetária, sem que ela sequer esteja presente na rede. Note que o Galvão Bueno não é um usuário intensivo das redes sociais, e que não houve nenhuma frase, comentário, post ou ação nas mídias sociais que gerasse o efeito indesejado do “CALA BOCA GALVÃO”. Foi uma ação espontânea de Internautas que estavam cansados do seu estilo de locução. Assim, estar presente nas mídias sociais e ficar atento aos ataques a sua marca ou nome, é uma atividade prioritária para qualquer negócio, mesmo para um gigante das comunicações como a Rede Globo, ou uma figura popular como o locutor Galvão Bueno.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em último lugar, cabe dizer que o exemplo acima não se trata de marketing viral. É sim um bom exemplo sociológico sobre o efeito viral da rede. Mas não é marketing viral. É importante que as pessoas separem a comunicação na Internet, como um fenômeno social, do marketing digital, uma parte desta comunicação voltada a produzir efeitos positivos nos negócios, nas marcas e nos produtos. Para ser marketing viral deve haver uma mensagem que traga benefício a marca. Para isso é preciso planejamento, difusão, controle e principalmente resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O caso do “CALA BOCA GALVÃO” e “CALA BOCA TADEU SCHMIDT” não foi criado por alguém, nem planejado, e nem beneficia nenhuma marca, mas mostra que o que é bom pode ser propagado rapidamente ao mundo, e o que é considerado ruim, se espalha de forma pela rede na velocidade da luz!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Acho que chegou a hora de comprar um IPHONE!</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/06/acho-que-chegou-a-hora-de-comprar-um-iphone/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 05:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, estou há mais de 01 ano com o meu HTC e durante todos esses meses posso dizer que me relativamente sinto satisfeito, mas confesso algumas frustações principalmente com o Windows Mobile, a Microsoft ainda não acertou a forma de contemplar no smartphone todos os benefícios do Windows PC, sem<a href="http://blog.rdorval.com/2010/06/acho-que-chegou-a-hora-de-comprar-um-iphone/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bem, estou há mais de 01 ano com o meu HTC e durante todos esses meses posso dizer que me relativamente sinto satisfeito, mas confesso algumas frustações principalmente com o Windows Mobile, a Microsoft ainda não acertou a forma de contemplar no smartphone todos os benefícios do Windows PC, sem também transportar seus espinhos como por exemplo os constantes travamentos, menus complexos, agenda de contatos básica demais, dentre outras coisas! E o pior de tudo é que o Windows Phone 7 (o novo sistema operacional da Microsoft para celulares) já começa sua existência com várias desvantagens, inclusive piorando coisas que não estavam tão ruins em versões anteriores, como por exemplo o fato das fabricantes não poderem, nesta nova versão, criar interfaces personalizadas (especialidade da HTC e Motorola por exemplo), além de não dar mais suporte ao flash e não ser multi-tarefa (mais de um programa aberto simultaneamente).</p>
<p style="text-align: justify;">É por essas e outras que começo a olhar para o Iphone com mais carinho, ainda mais depois de Steve Jobs anunciar várias melhorias, que ao meu ver se resumem em 12:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-348"></span><strong>1 – Duas câmeras</strong><br />
Em vez da câmera apenas na parte de trás do iPhone, a Apple instalou também uma lente na frente do telefone, o que permitirá fazer videoconferências. Um recurso chamado Facetime suporta vídeo conferências</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – Resolução de 5 MP</strong><br />
Um novo sensor instalado no iPhone 4 torna possível registrar fotos com maior resolução. É possível ainda gravar vídeos no formato VGA com até 34 quadros por segundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – Multitarefas</strong><br />
Demorou, mas o sistema multitarefas chegou ao iPhone. Com o novo sistema operacional iOS, será possível tanto a iPhones 4 quanto ao 3GS usar mais de um aplicativo ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 – Design fininho</strong><br />
O novo iPhone possui design diferente das versões anteriores e ficou 24% mais fino. Agora, o smartphone tem 9,3 mm de espessura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 -Flash de LED</strong><br />
O smartphone tem flash embutido, assim como todos seus competidores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6 -Editor de vídeos por US$ 5</strong><br />
Quem curte gravar vídeos, poderá editá-los no iPhone usando o iMove. O aplicativo, agora em versão móvel, será vendido por US$ 5.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7 – Mais antenas para o GPS</strong><br />
A Apple colocou mais antenas dentro do iPhone 4, o que permitirá maior precisão ao receber sinais de localização de seu GPS.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8 – Tela com resolução de 960 x 640</strong><br />
A nova tela, chamada de Retina, permite exibir imagens com resolução de 960 x 640 numa tela de pouco mais de 3 polegadas. Jobs afirmou que a nova tela permite mostrar imagens mais ricas do que o olho humano pode ver.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9 – Giroscópio</strong><br />
Um novo sensor chamado de giroscópio permitirá que aplicações baseadas em movimento registrem deslocamentos em três dimensões e não só em duas, como acontece com o iPhone 3GS em seu acelerômetro. O recurso deve ter ricas aplicações em software de games.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10 – Cartão de memória</strong><br />
Como o iPad, o novo iPhone usa o padrão micro-SIM além da memória interna, finalmente!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11 – </strong><strong>iBooks</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O aplicativo iBooks também estará disponível no novo iOS4. A Apple  afirma que que a nova tela do iPhone, com 326 pixels por polegada,  deixará os livros perfeitamente legíveis. Ele usará os mesmos controles  do iBooks para iPad.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 – Bateria mais potente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Apple, esta versão do iPhone possui bateria mais duradoura e usa o mesmo processador do iPad. A nova bateria é 16% maior do que a atual. Junto com o processador A4 e a nova tela, o resultado é uma bateria que dura mais: a Apple afirma que o novo iPhone aguenta 40% mais tempo em ligações do que o 3GS. Veja o que a Apple promete:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Conversação via 3G: 7 horas</li>
<li>Navegação via 3G: 6 horas</li>
<li>Navegação via Wi-Fi: 10 horas</li>
<li>Vídeo: 10 horas</li>
<li>Música: 40 horas</li>
<li>Stand-by: 300 horas</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Bem, só uma coisa continua a me incomodar nos produtos de Steve Jobs: A certeza que ao comprar o Iphone 4 por no mínimo dois mil reais, dois meses depois terei que conviver com a idéia de que já estou com um Iphone obsoleto, pois o Iphone 5 será lançado com recursos arrasadores (quem sabe isso não acontecerá em uns 06 meses? quem sabe&#8230;). A Apple alimenta a cultura do consumo desenfreado de gadgets, quando compramos um objeto by Apple, investimos nele através da Appstore e quando nosso objeto de consumo-prazer fica do jeito que consideramos ideal, dai pronto, um novo objeto de desejo é lançado, e o capitalismo selvagem continua, levando uma geração inteira de &#8220;dependentes tecnológicos&#8221; a buscar saciar seu vício com mais gadgest, mais e mais&#8230; não para nunca!</p>
<p>A Apple tem um dom impressionante: tornar seus lançamentos em pré-história em questão de meses! Vamos esperar pra ver, enquanto isso, já vou encomendar meu novo Iphone!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Design Centrado no Usuário X Design Centrado no Designer</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/05/design-centrado-no-usuario-x-design-centrado-no-designer/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 02:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento WEB]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post é motivado por uma situação: esses dias atrás eu participei de uma reunião para criar o site de um partido político, e para a minha surpresa, eu e um concorrente entramos em uma discussão colossal sobre design X usabilidade&#8230; Como não sou design, precisei recorrer ao  meu designer,<a href="http://blog.rdorval.com/2010/05/design-centrado-no-usuario-x-design-centrado-no-designer/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este post é motivado por uma situação: esses dias atrás eu participei de uma reunião para criar o site de um partido político, e para a minha surpresa, eu e um concorrente entramos em uma discussão colossal sobre design X usabilidade&#8230; Como não sou design, precisei recorrer ao  meu designer, mas nesse momento ele não estava comigo! Acho que todos nós estávamos sem argumentos para o embate filosófico&#8230; Porque eu sou analista de sistemas, e o meu concorrente era cientista da computação, sem chances!</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade tudo começou porque me recusei a instalar o Joomla para eles e meu concorrente criticou minha postura! (não tenho nada contra o Joomla ou quem usa o Joomla ou qualquer outro CMS, pelo contrário, respeito o fato de empresas de renome no Brasil usarem essa ferramenta de forma realmente profissional, mas o fato é que nós da RDORVAL criamos o nosso próprio sistema de CMS integrado à uma Intranet corporativa modular, e queremos vender isso para o nosso cliente, só por isso&#8230;)</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o debate do design e a usabilidade continuou, e então tive que sair em busca de respostas e argumentos, e foi através da ajuda do &#8220;oráculo&#8221; (entenda Google), que achei um texto que gostei demais! Na verdade é de um blog que eu já tinha colocado na minha lista links faz mais de 6 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Este texto é um artigo escrito pelo Henrique C. Pereira do blog Revolução Etc, e decidi compartilhá-lo com vocês, até porque repensei muitas coisas lendo este post (apesar de não ser da área de design, tenho designers trabalhando para mim e indiretamente sou um designer também&#8230;) e acho que para você desenvolvedor, e principalmente para você designer vai ser legal também! Ele não é conclusivo, mas abre bastante a discussão sobre o assunto, e nos faz pensar sobre vários pontos de vista, principalmente o do usuário. Pedi autorização para o meu concorrente para publicar &#8220;nossa historia&#8221;, e ele permitiu sem nenhuma resistência por entender que a discussão faz parte do crescimento de todos, independente se somos concorrentes, porque no futuro, podemos ser parceiros!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a href="http://revolucao.etc.br/archives/design-centrado-usuario/" target="_blank">Clique aqui e leia o post completo no blog Revolução Etc</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Meios de mensurar a imagem de sua empresa nas mídias sociais</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/04/meios-de-mensurar-a-imagem-de-sua-empresa-nas-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 23:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, firmar contatos profissionais e, por que não, aproximar totais desconhecidos para compartilhar informações,<a href="http://blog.rdorval.com/2010/04/meios-de-mensurar-a-imagem-de-sua-empresa-nas-midias-sociais/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, firmar contatos profissionais e, por que não, aproximar totais desconhecidos para compartilhar informações, trocar experiências e descobrir afinidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitando algumas idéias do Luiz Alberto Ferla (especialista em comunicação digital e inteligência competitiva) quero falar sobre uma verdadeira febre online que tem despertado a atenção das empresas. Além de demarcar terreno nas redes sociais, as companhias buscam saber sobre o que falam dela nesses ambientes. No entanto, muitos empresários ainda têm dúvidas quando o assunto é a relevância dessas redes de relacionamento como meio de comunicação para os negócios e neste ponto as certezas cedem espaço para interrogações. Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-316"></span>Nem sempre, porém, esses valores absolutos podem ser relacionados diretamente ao impacto desejado aos negócios. Não foi criada ainda uma fórmula mágica ou selo de garantia que comprove a eficácia de uma iniciativa ou outra nas mídias sociais. Para obter respostas e saber se a sua empresa está atingindo o retorno desejado na rede, antes de observar os números que validam e qualificam o retorno das páginas de relacionamento, é necessário fazer as perguntas certas. A primeira delas e a mais fundamental: qual é o seu objetivo? Vender mais? Conquistar novos clientes? Ganhar fama? Divulgar a sua marca?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mensuração qualitativa deve prevalecer</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O desafio está, portanto, em avaliar o retorno das páginas de relacionamento para fins comerciais. Como em qualquer plano de negócio que se preze, é necessário ter clareza das metas que se pretende atingir com as atividades na Internet. O passo seguinte é entender que uma coisa é gerar o chamado buzz (barulho), outra bem diferente é ele ser revertido em favor dos seus negócios. Trocando em miúdos, quantidade não é sinônimo de qualidade. E é aí que o bom senso deve prevalecer. A dificuldade em mensurar o impacto nas redes sociais é tentar entender e quantificar o intangível: o sentimento das pessoas que estão do outro lado da tela.</p>
<p style="text-align: justify;">Medir corretamente o &#8220;sucesso&#8221; nas mídias sociais pode se transformar em uma grande arma para o crescimento da empresa, tanto no mundo virtual quanto no real. A missão não é simples, mas o uso de algumas ferramentas gratuitas de medição, aliadas ao entendimento dos seus objetivos e metas de negócios podem ajudar a cumprir a tarefa:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Credibilidade: </strong>no caso de blogs corporativos, vale registrar o endereço em motores de busca especiais de mídia social para ver o resultado em um ranking para termos específicos. O Technorati, por exemplo, serve como ferramenta para monitorar a pontuação da página. Basicamente, ela mede o número de diferentes blogs que fizeram link para a página em um período de seis meses, a quantidade de fãs e a classificação do seu blog. Tenha em mente que é necessário combinar esses números com alguma pesquisa qualitativa, respondendo a perguntas como: Quais blogs estão ligados ao meu? Eles são os blogs que seu público-alvo lê e respeita? Leitores se identificam com o blogger como &#8220;alguém que é como eu&#8221;?</p>
<p style="text-align: justify;">Além do Technorati, ferramentas de busca verticais como Google Blog Search eFeedster, entre outras, acompanham a movimentação na web em tempo real a partir da indexação de conteúdos gerados pelos consumidores. Esses motores de busca muitas vezes permitem que você assine um feed dos seus resultados de pesquisa e colete os resultados diários, o que facilita a análise e a avaliação do que está ou não funcionando na sua estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dar para receber:</strong> no mundo das mídias sociais, vale a velha máxima. Não valorize tanto os números, mas sim o perfil do público com o qual está se relacionando nas redes sociais. Dados comportamentais são um verdadeiro tesouro para quem fornece produtos e/ou serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Ferramentas como o Delicious monitoram o número de links que levam ao seu blog, tags e notas. Através desses medidores é possível ver quantas pessoas marcaram o conteúdo, quando o fizeram, e os comentários que foram publicados. Os botões AddThis Social Bookmarking também fornecem estatísticas sobre quantas vezes o seu conteúdo é marcado por ferramenta, podendo inclusive configurá-los de acordo com seus focos.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dos resultados nos buscadores, é possível descobrir uma boa amostragem do que está sendo comentado sobre a sua empresa fora do seu próprio ambiente online. Há menções sobre a sua marca em outras comunidades, blogs e demais redes sociais? O que está sendo comentado? Esta é a chave para saber&#8221;quem&#8221; acompanha suas ações na internet e &#8220;o quê&#8221; eles buscam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Microblog como ferramenta competitiva:</strong> vedete do momento, mais e mais empresas estão monitorando as conversas dos microbloggers no Twitter para pegar os relatórios de reclamações e/ou comentários positivos. Cada vez mais a tendência é responder a tweets sobre a empresa, seja lá qual for o motivo. Para saber o que está sendo comentado no Twitter sobre a sua marca, produtos e outros temas corporativos de interesse vale conectar os termos de pesquisa no mecanismo de busca do Twitter e monitorar os resultados. Só assim você saberá o que está sendo mencionado sobre a empresa e se são comentários pertinentes ou não.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É tudo uma questão de sentimento: </strong>de nada vale a presença online da empresa, se o público-alvo não participa ativamente deste relacionamento. Um dos velhos padrões de medição do sucesso de um site eram os page views, mas isso é inadequado quando tratamos de mídias sociais. Nelas a palavra de ordem é avaliar como os usuários estão interagindo com as páginas da empresa. Veja quantas pessoas estão fazendo o seguinte: deixam rapidamente a página x, permanecem por um bom tempo navegando; registram seus comentários; tagging; indicam e fazem marcações para a página; blogam sobre a empresa e/ou retuitando seus assuntos; geram links para a empresa.</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><span style="text-decoration: underline;"><strong>5 dicas sobre Twitter para as empresas</strong></span></p>
<p>Fora algumas iniciativas isoladas, poucos empresários brasileiros se deram conta do poder de alcance dessa rede. Se a sua empresa deseja aumentar a presença na Web via Twitter, aí vão as dicas  mais importantes para utilizar essa ferramenta.</p>
<p><strong>Estabelecer conexão com clientes</strong> &#8211; dar vazão aos entusiastas, promover relacionamento, discutir tópicos relacionados à área de atuação e conversar com pessoas que por algum motivo não conhecem ou não deixam comentários no blog da empresa.</p>
<p><strong>Escutar</strong> &#8211; saber receber elogios e críticas, acompanhar a conversa sobre assuntos de interesse da empresa de uma maneira que não é possível por outros veículos, fazer perguntas, estar onde a conversa está e não esperar o cliente entrar em contato, aproveitar a força do testemunho espontâneo, utilizar esse material para produzir relatórios periódicos.</p>
<p><strong>Humanizar a empresa</strong> &#8211; mostrar que existem pessoas de verdade que se preocupam com seus clientes, favorecer a participação e o interesse de funcionários e ex-funcionários que acompanham a atuação da empresa pelo Twitter, ser capaz de falar sobre coisas ruins, promover a transparência.</p>
<p><strong>Informar </strong>- o Twitter se torna uma extensão do blog para compartilhar novidades, educar o consumidor em relação a informações erradas, responder na hora tirando proveito da possibilidade de falar em tempo real.</p>
<p><strong>Promoções </strong>- atrair clientes ativos na rede organizando eventos presenciais, distribuindo brindes. No caso de empresas de entretenimento, é possível realizar encontros com fãs, distribuir fotos exclusivas e tuitar ao vivo de eventos.</p>
<p><strong>A dica geral é:</strong> não sobrecarregue a sua audiência e seja honesto, acessível, rápido e divertido.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Afinal, de que adianta um grande número de cliques diários no blog ou microblog, um monte de rostinhos nos grupos e comunidades da empresa e milhares de seguidores no Twitter se não há participação ativa desse público? Todas as pessoas gostam de se sentir percebidas e no ambiente online não é diferente.&#8221;Conversar&#8221; é razão de ser das redes sociais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O brainstorm e os mapas mentais, dá até para usar a web!</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/04/o-brainstorm-e-os-mapas-mentais-da-ate-para-usar-a-web/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 04:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo &#8220;brainstorm&#8221; já virou piada de mal gosto em alguns ambientes corporativos, isso porque muitos executivos &#8220;bem intencionados&#8221; decidiram realizá-lo de forma equivocada, gerando mais uma &#8220;tempestade de problemas&#8221; do que propriamente uma tempestade de idéias. A pessoas ignoram o fato de que uma das grandes vantagens do brainstorm<a href="http://blog.rdorval.com/2010/04/o-brainstorm-e-os-mapas-mentais-da-ate-para-usar-a-web/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O termo &#8220;brainstorm&#8221; já virou piada de mal gosto em alguns ambientes corporativos, isso porque muitos executivos &#8220;bem intencionados&#8221; decidiram realizá-lo de forma equivocada, gerando mais uma &#8220;tempestade de problemas&#8221; do que propriamente uma tempestade de idéias. A pessoas ignoram o fato de que uma das grandes vantagens do brainstorm é a velocidade em que ele é feito, portanto ficar parado em idéias que não as ideais não é bom para o próprio processo de brainstorm, devemos respeitar as devidas fases do processo, que a organização da idéia surgirá durante o processo. E claro, não se esqueça que o brainstorm é uma “arte” que vai ser aprimorada com o passar do tempo. Não espere resultados fenomenais na primeira vez e nem desista se não conseguir na terceira!</p>
<p style="text-align: justify;">Para você que não tem muito conhecimento sobre os conceitos de uma reunião de idéias, geralmente ela consiste das seguintes etapas:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-312"></span><strong>1) Orientação</strong><br />
Determina-se a verdadeira natureza do problema, propondo por escrito e descrevendo os critérios para aceitação da solução proposta. A maneira como o problema é proposto condiciona o trabalho do grupo, que pode se limitar a procurar soluções restritas (fronteiras estreitas) ou mais criativas (fronteiras amplas).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Preparação</strong><br />
Reúnem-se os dados relativos ao problema, como outros produtos existentes, concorrentes, existência de peças e componentes, materiais e processos de fabricação, preços, canais de distribuição, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Análise</strong><br />
A orientação e a preparação são analisadas, verificando se foram completas e determinando as causas e efeitos do problema – para decidir, inclusive, se vale a pena prosseguir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) Ideação</strong><br />
É a fase criativa propriamente dita, quando são geradas as alternativas para a solução do problema. Nesse momento, é importante o papel do líder para estimular a geração de idéias na direção pretendida e coibir julgamentos dos demais participantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5) Incubação</strong><br />
Freqüentemente, a ideação entra numa fase de frustração, quando a fluência das idéias diminui. Nesse ponto, a sessão pode ser suspensa, para um afastamento deliberado do problema, por um período de um dia ou mais. Após essa pausa, pode acontecer de surgir a iluminação, isto é, quando a solução aparece mais facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6) Síntese</strong><br />
As idéias são analisadas, juntando-se as soluções parciais em uma solução completa do problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7) Avaliação</strong><br />
Finalmente, as idéias são julgadas, fazendo-se uma seleção das mesmas, de acordo com os critérios definidos na etapa de Orientação.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas etapas não precisam ser seguidas com rigidez. Porém, é importante atentar para três aspectos dessa metodologia:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A qualidade das idéias depende de uma boa preparação,</li>
<li>Que considere todos os fatores pertinentes ao problema. De preferência, deve existir um ou dois membros do grupo que tenham familiaridade com o problema, a fim de esclarecer as dúvidas dos demais participantes da sessão.</li>
<li>A quantidade de idéias é maior quando se separa a fase de Ideação da Avaliação, de modo que a geração de idéias aconteça totalmente livre de julgamentos.</li>
<li>Quando houver um desvio grande em relação à orientação, o líder pode reposicionar o grupo.</li>
<li>Finalmente, é fundamental que seja respeitada a etapa de Incubação, para que o grupo relaxe e se desligue voluntariamente do problema, de forma a possibilitar a reorganização das idéias.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Agora uma falha muito comum em sessões de brainstorm é que normalmente ao final não se organiza um fluxograma das idéias e de como poderão ser colocadas em práticas as sugestões&#8230; Muitas vezes poucas soluções surgem porque não organizamos o universo das idéias, dai surge a como solução o uso do do mapa mental.</p>
<p style="text-align: justify;">O princípio do mapa mental é baseado no comportamento do cérebro que organiza o conhecimento através de conexões entre as idéias. Na prática profissional, é uma ferramenta importante para conduzir reuniões ou para registrar sessões de brainstorming . Na vida pessoal, pode ser usado para alinhar as idéias e planejar ações nos projetos do cotidiano.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mapas mentais podem ser elaborados usando papel e caneta (alguns especialistas defendem ferozmente essa abordagem) ou usando aplicativos especializados como o MindMeister. Para os adeptos da filosofia “<em>Web as a platform</em>” aqui vai uma boa dica para criar seus mapas: MindMeister. O MindMeister é uma excelente aplicação Web 2.0 que, além de ter uma ótima usabilidade, oferece recursos importantes como importação/exportação e colaboração. A assinatura básica do serviço é gratuita, mas alguns recursos avançados só estão disponíveis para os usuários pagantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Mind-mapping é uma visualização de idéias através de diagramas-estrela simples onde há uma idéia / objeto central. A esse nó central você pode adicionar ilimitados caminhos e sub-caminhos com máxima liberdade relativa a tamanho e posição de cada um. Esta simples estrutura te permite esboçar facilmente tarefas de projeto, listas de recursos, e até mesmo planejar uma sequeência de passos a ser tomado.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo que é preciso para aprender a operar uma típica ferramenta de mind-mapping é conhecer duas teclas em seu teclado: uma para criar o novo primeiro nível de objetos e outra para criar níveis &#8220;aninhados&#8221;. Pronto. Uma vez quer você tenha essas duas teclas você basicamente pode criar mind-maps que podem ficar ricos e complexos de acordo com sua imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, quem sabe mais adiante eu possa mostrar na prática o resultado de Brainstorm através de um mapa mental bem elaborado, mas fica a dica, crie seu login no MindMeister e experimente essa incrivel ferramenta!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Reflexões sobre os &#8220;Princípios da Programação Orientada a Gambiarras&#8221;</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/03/reflexoes-sobre-os-principios-da-programacao-orientada-a-gambiarras/</link>
		<comments>http://blog.rdorval.com/2010/03/reflexoes-sobre-os-principios-da-programacao-orientada-a-gambiarras/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 07:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.rdorval.com/?p=292</guid>
		<description><![CDATA[É complicado&#8230; Agora são 03:46 da madrugada e enquanto assisto o empolgante GP da Austrália de F1 decidi falar um pouco sobre P.O.G, eu sei&#8230; É a total falta do que fazer, mas não resisti, então deixa eu falar um pouco sobre os &#8220;principios&#8221; do P.O.G, hoje tão presentes no<a href="http://blog.rdorval.com/2010/03/reflexoes-sobre-os-principios-da-programacao-orientada-a-gambiarras/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_293" class="wp-caption alignleft" style="width: 253px"><a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/POG.jpg" rel="lightbox[292]" title="POG"><img class="size-full wp-image-293" title="POG" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/POG.jpg" alt="" width="243" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">A bíblia do P.O.G</p></div>
<p style="text-align: justify;">É complicado&#8230; Agora são 03:46 da madrugada e enquanto assisto o empolgante GP da Austrália de F1 decidi falar um pouco sobre P.O.G, eu sei&#8230; É a total falta do que fazer, mas não resisti, então deixa eu falar um pouco sobre os &#8220;principios&#8221; do P.O.G, hoje tão presentes no mundo do desenvolvimento de software, ou da tecnologia de forma geral e que tem contaminado a mente de brilhantes homens do mundo tecnológico que preferem tomar o caminho aparentemente mais rápido, mas no final mais doloroso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo paradigma de programação, a P.O.G também possui todos aqueles diversos conceitos xaropes que nos fazem ver o mundo mais bonito dentro de softwares super bem feitos.  Como qualquer teoria científica, o P.O.G tem sua definição técnica-filosófica:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-292"></span></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><strong>A Programação Orientada a Gambiarras (POG ou WOP – Workaround-oriented programming) é um paradigma de programação de sistemas de software  que integra-se perfeitamente a qualquer grande Paradigma de Programação atual. Por definição, Gambiarra é aquilo que é de difícil concepção, de inesperada execução para tornar fácil o uso de algo que sequer deveria existir</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Você achou que eu estava brincando quando falei que ia falar sério sobre esse assunto? Não estou brincando, e inclusive quero ver alguns conceitos rápidos com você, mas antes disso uma pergunta: Porque empresas de softwares e programadores autonomos usariam o P.O.G? A resposta pode ser:</p>
<ul>
<li>Sistemas originalmente mal projetados</li>
<li>Clientes chatos</li>
<li>Usuários chatos</li>
<li>Falta de vontade</li>
<li>Falta de tempo</li>
<li>Gente que pensa que é DBA (normalmente são pessoas chatas, gordas, feias, sem certificação nenhuma e que fizeram um curso de SQL Básico)</li>
<li>Arquiteto de software achando que é o máximo (normalmente pessoas altas, loiras, chatas, arrogantes e metidos a sabe-tudo)</li>
<li>Término do estoque de café/chá</li>
<li>Aproximação do final da tarde</li>
<li>Véspera de feriado/fim-de-semana</li>
<li>Ter o Jackie Chan como chefe</li>
<li>Ter o MacGyver como coordenador de projeto (Método MacGyver)</li>
<li>Governo soltando regras ou MP&#8217;s que entram em vigor imediatamente sem dar tempo de atualizar sistemas.</li>
<li>Requisitos dinâmicos e/ou instáveis</li>
<li>Produto com implementação pré-determinada que se torna personalizado (leia-se mutante) para angariar &#8220;aquela grande licitação&#8221;</li>
<li>Área comercial vendendo ou pré-vendendo produtos imaginários ou inacabados com &#8220;entrega garantida em 30 minutos ou seu dinheiro de volta!&#8221;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Quando se faz necessário o uso do P.O.G (necessário?) é preciso respeitar algumas regrinhas básicas, que são os chamados &#8220;CONCEITOS NORTEADORES DA TEORIA DO P.O.G&#8221; e eis que vou &#8220;esquadrinhá-las&#8221; nesse momento:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONCEITOS NORTEADORES DA TEORIA DO P.O.G</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Enjambração</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A POG utiliza fortemente o conceito de enjambração. Enjambrar consiste em &#8220;adaptar&#8221; um novo item ao sistema. Por exemplo, você tem um software em C++, e o compilador de C++ compila código C também. Baseado nisso, você pega aquele código que você escreveu em Pascal durante a faculdade, roda o p2c (famoso tradutor de Pascal para C) e encaixa no seu código.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo do conceito de enjambração, que ocorre fora do mundo do software, é quando estamos escrevendo um TCC ou outro trabalho do tipo. Podemos, por exemplo, utilizar o Fabuloso Gerador de Lero-Lero (software especializado em geração de Prosopopéias Flácidas Para Acalantar Bovinos, ou Conversa Mole Para Boi Dormir) para gerar um texto com 900 mil frases. Logo após, é só escrevermos uma adaptação de meio parágrafo antes e depois do texto gerado para que este se encaixe com o trabalho atual.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Reflexão</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O princípio da Reflexão parte do ponto de vista de que os reflexos são reflexões daquilo que se reflete ao refletir em nossa visão. Computacionalmente falando, é quando refletimos algo fazendo com que a nova imagem seja igual (um reflexo) da antiga. Para isso, utilizamos as teclas Ctrl+C para gerar a imagem, e Ctrl+V para depositá-la em outro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de tentarmos utilizar recursos como a Enjambração, devemos ganhar em produtividade com a Reflexão. A Enjambração só é produtiva se a Reflexão não der certo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Redireção</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das características que proporcionam grande ganho de produtividade. A redireção consiste em uma análise para verificar todos os envolvidos em um problema. Após esta análise, fazemos a redireção do problema aos envolvidos. Quanto maior o número de envolvidos, mais redireções do mesmo problema poderemos fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>&#8220;Insistimento&#8221;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Outro recurso da POG para ganharmos em produtividade é o Insistimento. Caso um programa possua um erro de compilação, devemos tentar compilá-lo novamente mais algumas vezes para nos certificarmos de que não foi &#8220;um bitzinho problemático&#8221; que deu problema na hora da compilação. Caso não funcione várias vezes, podemos tentar reiniciar a máquina. Se ainda não der certo, diga ao seu chefe que você suspeita que a máquina está com problemas de hardware e por isso não compila.</p>
<p style="text-align: justify;">Se ele arrumar uma máquina nova ou consertar a atual, diga que deve ser pau do sistema operacional, pois todo mundo sabe que Windows não funciona direito. Após reinstalar o Windows, tente remover ou adicionar alguns comentários para ver se eles não estão &#8220;bugando&#8221; o compilador.</p>
<p style="text-align: justify;">Após tudo isso, diga ao cliente que está procurando uma solução: &#8220;Sabe como é né, essas coisas com programação são assim, uma coisinha errada pode complicar tudo.&#8221; Depois tente tudo de novo. Se nada der certo, aí sim podemos procurar um código na internet para tentar resolver o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Você estava achando que esse negócio de P.O.G era brincadeira, mas existem até livros sobre esse tema e estudos científicos sobre sua eficiência&#8230; De onde você acha que eu tirei todas essas informações tão profundas sobre o tema? Eu me aprofundei nesse tema depois de ver uma palestra apresentada no 4° SOLISC (CONGRESSO CATARINENSE DE SOFTWARE LIVRE), onde o Paulino Michelazzo ministrou o tema: &#8220;P.O.G NUNCA MAIS&#8221;, mas deixe para ver essa palestra no final deste texto (coloquei os slides para vocês verem).</p>
<p style="text-align: justify;">Voltemos aos conceitos do P.O.G, onde não existem apenas os conceitos, mas também os principios práticos:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><br />
Princípios da Programação Orientada a Gambiarras</strong></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><em>Se funciona, então tá certo</em> &#8211; Acoplado ou não, txt ou sql, mil funções ou 10, design patterns&#8230; Nada disso tem valor para o usuário, que só precisa de um software funcional. O termo &#8220;escalável&#8221; é falacioso.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>My Way</em> &#8211; Programador esperto, se é esperto mesmo é adepto do My Way. Se você está com dúvidas, faça do seu jeito pois se der errado é você quem vai se dar mal mesmo (e como).</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Murphy ou Lei de Murphy ou Lady Murphy</em> &#8211; Para lidar com Murphy e seu exército só com POG. Murphy é sagaz e ligeiro, esta só esperando você dar mole. Nada mais rápido do que uma gambiarrazinha pra acertar o que Murphy destrói.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Deixe o amanhã para amanhã </em>- Muitos programadores atrasam projetos alegando que a demora de uma implementação para seguirem regras de design patterns ou comentários que ajudarão a outros entender melhor o código. Deixe o amanhã para o coitado do programador seguinte.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Comentários são para amadores </em>- Um desenvolvedor deve ser treinado para ser fluente na linguagem de programação usada sem precisar de comentários, independente da consequente ruína de sua vida social. Isso também é conhecido como sétimo sentido.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Eficiência primeiro</em> &#8211; Evite escrever em várias linhas o que pode ser feito em uma.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Fé em Deus</em> &#8211; A informática é levianamente definida como ciência exata, quando esta é na verdade uma ciência holística. Vários casos reais de divina Providência foram testemunhados em ambientes fiéis aos princípios ruins, assim o mal foi exorcizado, e a paz instalou-se graças a fé dos gambiarrizadores. Vale dizer que: há mais mistérios entre o teclado e o monitor do que julga a sua vã filosofia.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>1337 h4x0r5 dud3 lol</em> &#8211; Quanto mais ilegível, mais respeitado o código é. Consequentemente menos alterado ele é, e mais estável o sistema fica, garantindo a empregabilidade do gambiarrizador.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>A ocasião faz o ladrão</em> &#8211; Em determinados momentos não conseguimos escapar dela.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Capacidade de Abstração</em> &#8211; Este conceito se baseia em focar-se no problema e desconsiderar conceitos e dados alheios para atingir o objetivo, ou seja, o Programador deve abstrair tudo que lhe faça perder tempo como regras de negócio desnecessárias ou tratamentos de erros.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Conclusão Hipotética Universal Técnica Explicativa (aka. C.H.U.T.E)</em> &#8211; Quando nenhum dos outros conceitos se aplica, utiliza-se este até funcionar ou desistir.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Criatividade acima de tudo</em> &#8211; Uma pessoa criativa não é aquela que consegue chegar a diversos lugares, mas sim, aquela que chega no mesmo lugar por diversas maneiras. Portanto, o POGer não é nada mais do que um programador criativo, que faz a mesma coisa que outros, adotando técnicas não convencionais.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Simplicidade acima de tudo</em> &#8211; Se o programa funciona sem o Tratamento de Exceções e a verificação de campos preenchidos pelo usuário porque complicá-lo ?</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Faca nos dentes</em> &#8211; O famoso &#8220;Vai fazendo ai!&#8221;</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Se compilou é porque funciona</em> &#8211; Deu certo? Deixa! Funcionou? Não mexa!</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Se ninguém reclamou é porque esta funcionando! </em>- Se todos seguissem esse conselho teriam menos problemas</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Vai programando aí que eu vou ver o que o cliente quer</em> &#8211; Comece logo a desenvolver o projeto, depois você vê o que o cliente precisa!</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Limpa o histórico e o cache e dá um [Control + F5] que funciona</em> &#8211; Essa engana qualquer cliente de sistemas web, coitados&#8230;</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Travou? Tenta dar [Ctrl + Alt + Del]. Se não funcionar, desliga e liga de novo a máquina</em> &#8211; Este é o principio de que a culpa sempre é do cliente, e não sua</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Hmmm.. que estranho&#8230; Não era para acontecer isso</em> &#8211; Quando não se tem idéia da resposta, utilize esse recurso!</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>É que 1GB de RAM é pouco! Tem que colocar mais memória!!!</em> &#8211; Uma ótima saída para ganhar tempo</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><em>Ontem tava funcionando!</em> &#8211; Esse recurso é muito bom quando se fez tanta gambiarra que o código já não roda mais</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Quanto absurdo embutido nesses &#8220;conceitos&#8221;, mas será que os Poger´s ficarão sempre impunes? Não há condenação para esta &#8220;raça&#8221; de programadores que cada vez mais se espalha no mundo? (inclusive em grande corporações que não quero citar o nome&#8230;), ainda bem que o próprio ciclo de vida do P.O.G já mostra qual o futuro desses programadores mestres na gambiarra:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><br />
Ciclo de vida de um projeto POG</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">1. Entusiasmo<br />
2. Desilusão<br />
3. Pânico<br />
4. Busca dos culpados<br />
5. Punição dos inocentes<br />
6. Honra e glória aos não participantes (no final quem não tem nada a ver com o projeto é que se salva)<br />
7. Os inocentes que não foram mandados embora, assumem a manutenção do Sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, para quem queria escrever pouco sobre essa teoria ridícula eu acabei escrevendo até demais&#8230; Como eu disse, para o pessoal que gosta do PHP deixo os slides de uma palestra bem interessante sobre como não ser um POGer nessa linguagem tão injustamente condenada exatamente pelo uso das teorias acima, liberte-se e seja um programador de verdade!</p>
<div id="__ss_2726227" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="POG nunca mais - SOLISC" href="http://www.slideshare.net/pmichelazzo/pog-nunca-mais-solisc"><br />
</a></strong><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pognuncamais-091215163909-phpapp02&amp;stripped_title=pog-nunca-mais-solisc" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pognuncamais-091215163909-phpapp02&amp;stripped_title=pog-nunca-mais-solisc" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Neste mundo, você é leão ou ovelha?</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/02/neste-mundo-voce-e-leao-ou-ovelha/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 02:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou escrevendo este artigo às 23h30min, depois de um dia cansativo. Este mês foi bem atípico para mim, porque passei praticamente 30 dias viajando (para quem é casado e tem um filho de 04 meses isso é tempo demais!) pelo Brasil, e foi em Natal RN que conheci uma história<a href="http://blog.rdorval.com/2010/02/neste-mundo-voce-e-leao-ou-ovelha/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/o-leão-e-a-ovelha.jpg" rel="lightbox[288]" title="o leão e a ovelha"><img class="alignleft size-medium wp-image-289" title="o leão e a ovelha" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/o-leão-e-a-ovelha-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Estou escrevendo este artigo às 23h30min, depois de um dia cansativo. Este mês foi bem atípico para mim, porque passei praticamente 30 dias viajando (para quem é casado e tem um filho de 04 meses isso é tempo demais!) pelo Brasil, e foi em Natal RN que conheci uma história que me deixou intrigado: Um executivo de sucesso que abandonou a carreira para ser bugueiro (piloto de buggy) nas dunas em uma cidadezinha perto de Natal, eu fiz esse passeio de bugue (recomendo, quando forem em Natal&#8230;), e então pude conhecer essa história, o que a principio parecia ser loucura, agora me parece bem coerente!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-288"></span>O que alguém que fala mais de um idioma, tem curso superior e MBA faria no meio de gente humilde pilotando um veiculo equipado com um “super” motor de fusca num sol escaldante em meio de um deserto paradisíaco em pleno litoral brasileiro? Parece loucura imaginar que alguém abandone uma carreira para viver uma vida assim, mas depois de ouvir os seus argumentos me convenci: É preciso saber até que ponto não somos ovelhas!</p>
<p style="text-align: justify;">Qual o seu modelo de sucesso? É aquele do terno e gravata e um carro do ano estacionando em um belo prédio na zona nobre da cidade? Caramba! Pense um pouco no preço a ser pago durante o resto de sua vida para ser ter todas essas coisas: horas em engarrafamentos, chefes com egos a flor da pele, impostos devoradores, a ditadura da moda que não mais impera no modo de vestir, mas agora até mesmo nos modelos de celulares que temos (a última coisa que nos preocupamos, é se ele realmente realiza chamadas), e a segurança? Quer mesmo falar de como hoje somos prisioneiros de nossa própria prosperidade? Enjaulados para nos sentir mais seguros? Melhor não&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Daí eu volto para o cenário que vi em uma pequena vila perto de Natal, e me pergunto se meu amigo ex-executivo não deixou de ser uma ovelha para ser um verdadeiro “leão”, ao dizer NÃO para a velha mensagem do sucesso baseado no capitalismo selvagem, e de ter finalmente entendido de que somos leões educados para ser ovelhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma antiga história nos conta que uma leoa, enquanto saltava de uma colina para outra, deu à luz um filhote no meio do salto. O filhote caiu no meio de um rebanho de ovelhas. As ovelhas alimentaram o filhote sem saber que ele era um leão. E o filhote nunca percebeu que era um leão, pois à sua volta todos eram ovelhas. Ele pensava que era uma ovelha.</p>
<p style="text-align: justify;">As ovelhas são os animais mais medrosos que existem. Nunca andam sozinhas. Estão sempre em grupos, precisando umas das outras. Elas têm medo de ficar sozinhas. É perigoso estar só.</p>
<p style="text-align: justify;">E este pobre leão não tinha nenhuma idéia de como se parecia. Ele cresceu, mas as ovelhas ficaram acostumadas com ele. Elas o tinham criado desde a infância. Ele era considerado uma ovelha muito estranha, mas era uma ovelha, acostumada a comer grama.</p>
<p style="text-align: justify;">Um leão de verdade jamais comeria grama. Ele prefere morrer a comer a grama. Este era um leão vegetariano. E ele nunca rugiu como um leão, porque, afinal, ele nem sabia que era leão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele era medroso como as ovelhas, sonhava como as ovelhas, andava no meio do rebanho para se sentir mais seguro e tinha medo dos animais selvagens. Um dia um velho leão viu esta cena. Ele não podia acreditar nos seus olhos. Ele nunca tinha visto um leão e ovelhas misturados. As ovelhas andavam com o leão sem nenhum medo e o leão estava com medo de estar só.</p>
<p style="text-align: justify;">O velho leão não podia acreditar em seus olhos. Resolveu, então, seguir o grupo. As ovelhas, com medo, começaram a correr. E o jovem leão também corria do mesmo jeito. Mas o velho leão, com esforço conseguiu agarrar o jovem e arrastá-lo para um lago próximo. O jovem leão estava morrendo de medo e chorava como uma ovelha.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no lago, um milagre aconteceu: o velho leão disse ao jovem:</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8220;Meu filho apenas olhe no lago&#8221; &#8211; onde os dois estavam refletidos.</p>
<p style="text-align: justify;">E houve uma súbita transformação, porque a ovelha não era uma realidade, era apenas uma falsa idéia implantada pela sociedade em que o leão fora criado. Era apenas uma máscara, mas não era a sua face original. E pela primeira vez ele deu um rugido.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é o que acontece com todos nós. Nós somos leões, nós nascemos leões, mas fomos educados sendo ovelhas. Só nós podemos nos conscientizar de que não somos ovelhas e então decidir dar um rugido e assumir nossa condição de leão, a direção da nossa vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a única chance de resgatar a nossa face original de leão. Meu amigo bugueiro encontrou a felicidade vivendo a vida que sempre sonhou em viver, e como um leão, não teve medo! Enfrentou seus medos e realizou seu sonho, e daí eu te pergunto, qual é o seu sonho? Só existem 02 opções de resposta:</p>
<p style="text-align: justify;">1 – Ser uma ovelha para o resto da vida, e ver o mundo girar enquanto você fica parado.</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Girar junto com o mundo, e ser como um leão, que para ser feliz, assume o que realmente é: UM LEÃO!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora se como leão você viverá pilotando bugues nas dunas, ou comandando ou tendo uma carreira de sucesso, isso já é outra história&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Nós não precisamos de educação!</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2010/01/nos-nao-precisamos-de-educacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 01:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenvolvi uma palestra sobre o tema Educação sob o olhar da tecnologia, e para isso é claro precisei sair em busca de informações e opiniões sobre o tema educação, já que não sou um educador de formação, e sim apenas de coração&#8230; E nessa caminhada em busca de respostas, e<a href="http://blog.rdorval.com/2010/01/nos-nao-precisamos-de-educacao/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_267" class="wp-caption alignleft" style="width: 309px"><a href="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/paulo-freire.jpg" rel="lightbox[266]" title="paulo-freire"><img class="size-medium wp-image-267" title="paulo-freire" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/paulo-freire-299x300.jpg" alt="" width="299" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Freire - educador brasileiro. Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência</p></div>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvi uma palestra sobre o tema Educação sob o olhar da tecnologia, e para isso é claro precisei sair em busca de informações e opiniões sobre o tema educação, já que não sou um educador de formação, e sim apenas de coração&#8230; E nessa caminhada em busca de respostas, e por um pontapé inicial eu me deparo com os pensamentos de grandes mestres da educação, como por exemplo Paulo Freire, que com frases como essa: &#8220;<em>A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tam pouco a sociedade muda</em>&#8221; tinha o sonho de mudar a perspectiva do Brasil através da educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-266"></span>Não quero aqui me arriscar a alçar vôos neste tema da educação e suas perspectivas, mas não pude deixar de evitar essa reflexão, porque me parece que <span>se tem concretizado a idéia de que a educação é a &#8220;salvação da pátria&#8221;, e que a escola é a grande redentora da sociedade, como um lugar de modificação das estruturas sociais e não da sua reprodução, que é o que em verdade ocorre, tanto para o bem quanto para o mal. Note-se que o mito da escola redentora faz as pessoas enxergarem essa idéia em qualquer discurso sobre a educação, mas sem pensar com mais atenção em como ela pode salvar o mundo, e se realmente pode fazê-lo!<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Olhando para a história da educação brasileira, vejo que ela nasceu sob a sina da dependência e da reprodução do saber, nunca de sua criação. Profundamente elitista, voltou-se sempre para a formação dos meninos das classes ricas. Os cursos superiores, proibidos no Brasil durante o período de dominação portuguesa, eram realizados na Europa, e, quando, já no século XIX, as primeiras faculdades foram fundadas, instituíram-se cursos de nível profissionalizante, e não científico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span> </span>Longe de querer fazer um discurso de militante político, eu apenas quero dizer que visivelmente a história real da educação brasileira é regida pelos interesses econômicos dos governos, que se propunham a acompanhar os modelos e tendências mundiais. No primeiro reinado, em plena economia do café, descentralizou-se a política educacional, com as províncias sendo responsáveis pela fundação das escolas e formação dos professores. Ora, esse sistema discriminava as províncias alijadas dos círculos cafeeiros e açucareiros, que não tinham como investir nas suas escolas e portanto nada puderam fazer, e assim a nação brasileira já nasceu com uma educação desigual, que se limitava a ensinar a ler e efetuar contas para uma parcela ínfima da população.</p>
<p style="text-align: justify;">O século XX chegou com o Brasil nessa mesma situação, mas também com o propósito oficial declarado de desenvolver mão-de-obra numa sociedade que exigia braços para a indústria emergente, ainda mais no período entre guerras, um contexto de transição econômica &#8211; de um modelo agrícola fundado na cultura do café, ao modelo industrial e à conseqüente criação de uma classe operária. Nesse cenário, a iniciativa foi a de pensar uma educação voltada para a praticidade e para a formação de quadros profissionais, mas mantendo conteúdos eminentemente elitistas e oligárquicos, haja vista os seus objetivos e feições: &#8220;ornamento cultural&#8221;, preenchimento de quadros burocráticos e preparação de profissionais liberais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span>Em suma, esta é a escola brasileira real: uma escola que ainda não vislumbrou seu próprio caminho, aliás sequer reconheceu que deve procurar por um, porque não lhe foi dada a chance de descobrir isso com os seus próprios instrumentos. Seguramente, este é o movimento que Paulo Freire propõe em seus pensamentos sobre educação, mas para isso muitas coisas deverão acontecer, inclusive ser eliminada do imaginário coletivo a idéia de que a escola liberta, salva e redime as pessoas da miséria em todos os sentidos, porque isso está bem longe de ser verdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Em resumo, com ou sem educação a miséria no Brasil persistirá, sim, porque enquanto sobreviver a estrutura social de dependência e vassalagem a modelos externos, que trabalham para a manutenção da nossa condição subalterna no cenário mundial, seremos o resultado de uma educação baseada em apenas formar mão-de-obra mais barata.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Na minha palestra, vou tentar mostrar os caminhos que a educação pode tomar se usar a tecnologia, mas já adianto: É apenas mais um caminho de mudança, não é (não deve ser) o único caminho&#8230; Então, deixo à vocês um vídeo que uso na minha palestra, conhecido de muitos talvez pela música que embala essa mensagem contra o sistema que governa esse mundo, e quando falo do &#8220;sistema que governa esse mundo&#8221; eu não falo de pessoas ou paises, eu falo de nós mesmos&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Av6tj0IKjfY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/Av6tj0IKjfY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Para atingir o sucesso, basta ser feliz!</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2009/12/para-atingir-o-sucesso-basta-ser-feliz/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 00:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tony Hsieh vendeu o Zappos.com por 1.2 bilhão de dólares para a Amazon neste ano e o segredo do sucesso desta empresa que vende sapatos pela internet? Felicidade. No início parecia uma daquelas palestras de auto-ajuda. Mas, convenhamos, o cara tem  centenas de milhões de dólares na conta. Ele não<a href="http://blog.rdorval.com/2009/12/para-atingir-o-sucesso-basta-ser-feliz/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_263" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><img class="size-medium wp-image-263" title="6a00d8341c6ba253ef01157131d9dc970c-800wi" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/6a00d8341c6ba253ef01157131d9dc970c-800wi-223x300.jpg" alt="Tony Hsieh - Ceo da Zappos" width="223" height="300" /><p class="wp-caption-text">Tony Hsieh - Ceo da Zappos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Tony Hsieh vendeu o Zappos.com por 1.2 bilhão de dólares para a Amazon neste ano e o segredo do sucesso desta empresa que vende sapatos pela internet? Felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No início parecia uma daquelas palestras de auto-ajuda. Mas, convenhamos, o cara tem  centenas de milhões de dólares na conta. Ele não precisa se colocar no nível dessa galera que percorre empresas dando palestras motivacionais. A mensagem de Hsieh é direta: toda empresa precisa ter uma cultura. Não uma série de frases prontas listadas em um quadro de avisos. Algo real, que acionistas, diretores e funcionários acreditem e estejam satisfeitos.<span id="more-262"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Com um DNA forte, sabendo claramente qual a sua missão no mundo, os esforços de marketing, tanto interno quanto externo são bem menores. A Zappos, em 10 anos de existência, passou a  faturar U$ 10 bi / ano. Só com boca-a-boca, apostando na satisfação (felicidade) dos seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um case onde a relação com o cliente foi reinventada. Se você liga para Zappos e eles não possuem o produto que você quer, eles te indicam quem da concorrência tem. E te passam inclusive o telefone / site onde você pode fazer a compra. Por exemplo: em vez de te empurrar algo que você não quer, eles aceitam perder esta venda para  que você fique satisfeito com o atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo na Zappos gira em torno da felicidade. Funcionários felizes fazem clientes felizes.</p>
<p style="text-align: justify;">A Zappos tem twitter? Tem. É uma ferramenta importante para eles? Claro que é, são mais de 1.500.000 seguidores! Mas não é isso que a credencia uma empresa que sabe aproveitar essas novas oportunidades de se relacionar com o consumidor, de dar um rosto, uma personalidade para a sua empresa. Ela tem twitter e faz sucesso lá porque a ferramenta está perfeitamente alinhada com seu DNA de ser transparente com os seus consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso foi repetido em um outro painel: se sua empresa tem uma cultura, seus funcionários viram agentes potencializadores dela nas redes sociais, sua mensagem fica mais clara, as pessoas te reconhecem, uma comunidade se forma e você conquista seus clientes neste novo cenário onde a opinião, o boca-a-boca, conta tanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de pensar em “descer pro play” para testar as tais “mídias sociais”, veja antes o que você tem a falar. E depois quais ferramentas são mais adequadas pra isso.</p>
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		<title>A Geração Y no trabalho: mídias sociais, etc e tal</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 20:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo um post interessante sobre o dia-a-dia de um individuo da geração Y (ou geração C como queira) encontro um &#8220;diário&#8221; de alguém submerso nesse novo mundo, é na verdade uma auto análise que sintetiza o que individuos imersos em mídias sociais, tecnologia, vida familiar, e vida profissional pensam, preste<a href="http://blog.rdorval.com/2009/12/a-geracao-y-no-trabalho-midias-sociais-etc-e-tal/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-257" title="cory" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/cory-300x158.jpg" alt="cory" width="300" height="158" />Lendo um post interessante sobre o dia-a-dia de um individuo da geração Y (ou geração C como queira) encontro um &#8220;diário&#8221; de alguém submerso nesse novo mundo, é na verdade uma auto análise que sintetiza o que individuos imersos em mídias sociais, tecnologia, vida familiar, e vida profissional pensam, preste atenção:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">“Este é o Cory. Ele é o responsável pelas nossas mídias sociais”, diz o gerente aos seus novos funcionários. “Ele é pago para acessar o Facebook o dia todo.” Eu simplesmente viro meus olhos e digo aos novos funcionários para ignorá-lo. Estou feliz porque, finalmente, fiz com que o gerente de TI permitisse o acesso dos sites de mídia social que ele havia bloqueado nos computadores da empresa toda. Volto ao meu trabalho, no qual possuo dez janelas abertas no Firefox. Eu certamente mantenho o Facebook aberto; também tenho Twitter, LinkedIn, Gmail, o blog da empresa, assim como outros muitos sites que estou usando para pesquisa.</span><span id="more-256"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Ao longo do dia um amigo me manda, via Google Chat, a notícia quente sobre uma nova empresa que poderia utilizar nossos serviços. Outro me envia uma Direct Message no Twitter para me lembrar de que Jeremiah Owyang estará à noite na cidade. Owyang acabou de deixar a Forrester Research (empresa de pesquisa em tecnologia e marketing), onde era o analista mais jovem que eles possuíam, depois de apenas dois anos de carreira lá. Seu intuito é estar em grupo, e ele está saindo para se tornar parceiro em uma nova empresa. Mal posso esperar para encontrá-lo. Seus encontros são repletos de informações úteis em termos de mídias sociais, marketing e melhores práticas nos negócios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Enquanto estou checando minha conta no Twitter, dou risada com algumas piadas, respondo a algumas perguntas aleatórias, e construo relacionamentos com algumas das pessoas mais influentes em minha empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Um pouco mais tarde, dou uma volta para encher minha garrafa de água. As pessoas estão em pé conversando na cozinha. Alguns, da antiga geração, permanecem assim por 15 minutos. É legal ter um intervalo depois de certo tempo. É legal também rir com os colegas de trabalho e estabelecer relacionamentos com eles.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Ao final do dia, construí dúzias de novos links para o website da nossa empresa, consegui duas menções positivas nos meios principais da mídia, solucionei dois problemas de clientes e encontrei três ofertas sólidas para nossa equipe de vendas. Estou me sentindo bem produtiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Em meu caminho para casa, checo meu e-mail via celular e respondo algumas mensagens relacionadas a trabalho. Sinto-me realmente curiosa sobre o que vejo. Então, acesso nossa fonte de análise para saber sobre o desempenho do nosso site. Mais tarde, naquela noite, eu tenho uma idéia brilhante sobre uma nova tática de marketing, então acesso a página de administração do WordPress corporativo e escrevo um post rápido e direto. Depois que tudo foi dito, eu provavelmente passei cerca de 90 minutos em assuntos profissionais enquanto não estava no trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Eu criei esse relacionamento com minha profissão que simplesmente amo. Faço coisas que realmente acho interessante e integro muitas habilidades diferentes. Ao mesmo tempo, não consigo delisgar o meu cérebro quando não estou no trabalho. Meu lado direito do cérebro é mais ativo, então as idéias nascem em momentos ímpares. Preciso agir diante delas no momento em que me surgem, ou elas vão embora. Então, trabalho quando o estalo vem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Também gosto de ter liberdade para integrar todos os aspectos da minha vida com o trabalho. Eu realmente não separo minha vida profissional da pessoal – ao menos, não do modo como a geração dos meus pais parecia fazer. Meus amigos me enviam ótimas idéias de trabalho em um minuto, e um vídeo hilário na internet no instante seguinte. Eu faço o mesmo com eles. Nós nos sentimos produtivos e obtemos resultados – mas não da forma como alguns de nossos chefes aprovariam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Toda geração possui suas discordâncias com a geração que veio antes, e também com a que veio depois. Não queremos repetir os erros da geração de nossos pais, e desejamos estar certos de que a próxima geração não repetirá os nossos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Eu entendo isso completamente. Vi muitas pessoas da geração anterior que trabalhavam em excesso. Só trabalho, e nada de lazer, torna as pessoas maçantes. Ao mesmo tempo, eu reconheço que os mais jovens precisam passar algum tempo pagando suas contas se desejam atingir posições de influência e um bom retorno quando trabalharem para os outros. Talvez seja por isso que muitas pessoas da minha geração estejam começando seu próprio negócio e obtendo sucesso. Parece que todas as pessoas que conheço da minha faixa de idade possuem seu próprio direcionamento no mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Como a crescente geração Y integra cada vez mais os altos escalões da força de trabalho, nosso método de estar sempre em comunicação integrará da mesma forma. Quando seus canais de comunicação estão sempre ligados, é quase impossível separar completamente o pessoal do profissional – na verdade, o pessoal geralmente se torna o profissional. As pessoas com quem possuímos laços fortes irão se comunicar conosco e nos enviar vídeos engraçados, e no mesmo espaço de cinco minutos nos mandarão informações de contato forte com clientes que podem terminar numa virada de jogo para a organização. É apenas a forma como lidamos com o processo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Mas, novamente, talvez eu não deva falar em nome de toda a minha geração.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Só faltava essa, comunidade que exclui os &#8220;feios&#8221;&#8230;</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2009/10/so-faltava-essa-comunidade-que-exclui-os-feios/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande tribo global chamada Internet tem espaço para todo e qualquer tipo de idéia, isso a gente já percebeu a muito tempo&#8230; Antes, qualquer idéia  envolvendo a Internet que fosse considerada idiota e sem criatividade pode ser tornar o novo &#8220;hit&#8221; do momento, atraindo milhares de internautas, ou seguidores<a href="http://blog.rdorval.com/2009/10/so-faltava-essa-comunidade-que-exclui-os-feios/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_250" class="wp-caption alignleft" style="width: 206px"><img class="size-medium wp-image-250" title="josewilker01" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/josewilker01-196x300.jpg" alt="josewilker01" width="196" height="300" /><p class="wp-caption-text">José Wilker é um &quot;feinho&quot; para o site Beautifulpeople.com</p></div>
<p style="text-align: justify;">A grande tribo global chamada Internet tem espaço para todo e qualquer tipo de idéia, isso a gente já percebeu a muito tempo&#8230; Antes, qualquer idéia  envolvendo a Internet que fosse considerada idiota e sem criatividade pode ser tornar o novo &#8220;hit&#8221; do momento, atraindo milhares de internautas, ou seguidores como queiram.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma agência de namoro online, que exclui a participação de integrantes &#8220;feios&#8221; chega ao Brasil nesta segunda-feira. Apesar do rótulo de fútil que recebeu de alguns críticos, o site conta até agora com cerca de 180 mil membros em todo o mundo. O lançamento completa a expansão global do site em todo o território da Europa, Ásia, Australásia, Oriente Médio e das Américas, tornando-o um serviço mundial.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-249"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para participar do Beautifulpeople.com, o usuário deve mandar uma fotografia para que seja autorizada a sua participação na rede de contatos. A partir da imagem enviada, os atuais integrantes da rede decidem, através de um sistema de classificação online, se os novos candidatos são atraentes o suficiente para serem admitidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas uma em cada cinco tentativas de participação dos internautas na rede é bem sucedida. Os integrantes da rede têm até 48 horas para dar sua opinião sobre os novos candidatos.</p>
<p style="text-align: justify;">O site foi lançado na Dinamarca há alguns anos e, desde então, foi inagurado em diversos outros países como Grã-Bretanha, Estados Unidos e Japão.</p>
<p style="text-align: justify;">Greg Hodge, 34, diretor-gerente do site, afirma: &#8220;É superficial querer estar com alguém por quem você se sente atraído? Se você está em um bar ou em um clube e quer se aproximar de alguém, você vai abordar alguém que você se sente atraído. Não há nada de raso nisso&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As pessoas estão cansadas de perder tempo e dinheiro em grupos de contatos pouco atraentes na rede&#8221;, afirmou Hodge. Os usuários já aceitos são convidados a avaliar as fotografias daqueles que querem participar, votando em opções de aceitação ou rejeição como &#8220;Sim, definitivamente&#8221;, &#8220;Hmm, sim OK&#8221;, &#8220;Hmm, não, não&#8221; ou &#8220;Não definitivamente não&#8221;. Depois disso, uma decisão é tomada com base na votação total.</p>
<p style="text-align: justify;">Os candidatos podem ver o seu processo de classificação em um gráfico em tempo real na internet, com mudanças entre vermelho e verde, dependendo de como estão sendo julgados pelos integrantes do site. Apesar de as rejeições já terem provocado ameaças de morte aos criadores do site, a glória de ser aceito faz com que centenas de aspirantes a membro se inscrevam diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Outros sites são reservas de hipopótamos e javalis africanos. O BeautifulPeople é uma maravilhosa reserva de caça de gatos e tigresas&#8221;, afirmou Robert Hintze, fundador do site &#8220;só para bonitos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tenho certeza de que o Brasil terá uma alta porcentagem de candidatos bem-sucedidos, afinal de contas este é o país de Gisele Bundchen e Felipe Simão, apesar de vocês terem também o José Wilker&#8221;, disse Hodge no comunicado enviado à imprensa.</p>
<p style="text-align: justify;">É&#8230; a minha dúvida é que de vez em quando eu aindo vejo algumas senhoras suspirando quando veem nosso amigo José Wilker, e outros feinhos da TV. Bem, você deve estar curioso para saber se me cadastrei no site não é? Faz o seguinte, tenta fazer seu cadastro e descubra por si só!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Porque não devo ter uma loja virtual, apenas 10 motivos&#8230;</title>
		<link>http://blog.rdorval.com/2009/10/porque-nao-devo-ter-uma-loja-virtual-apenas-10-motivos/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu estava lendo esses dias uma pesquisa sobre comércio eletrônico e fiquei abismado principalmente com os números de lojas que fecham logo depois de inauguradas na web. Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado<a href="http://blog.rdorval.com/2009/10/porque-nao-devo-ter-uma-loja-virtual-apenas-10-motivos/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-246" title="e-commerce1" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/e-commerce1-300x225.jpg" alt="e-commerce1" width="300" height="225" />Eu estava lendo esses dias uma pesquisa sobre comércio eletrônico e fiquei abismado principalmente com os números de lojas que fecham logo depois de inauguradas na web. Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um &#8220;balde de água fria&#8221; , mas como desenvolvedor já criei alguns lojas virtuais que por falta de um modelo de negócio especifico para o público web acabaram quebrando em menos de 06 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Um especialista em e-commerce chamado Roberto Camargo, criador do portal www.Ecommerce.Tv.br fala de forma muito interessante sobre os erros mais comuns para quem deseja ter uma loja virtual. Ele fala sobre 10 motivos do porque não ter uma loja virtual:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-245"></span> <strong><br />
1. Loja virtual</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Meu sobrinho &#8220;manja&#8221; muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.</p>
<p><strong>2. Formas de pagamento</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento &#8220;depósito bancário&#8221;, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Estoque</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Correio e-Sedex</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo&#8230;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Confira uns exemplos de valores de entrega:</p>
<p style="text-align: justify;">Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50<br />
E-Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71</p>
<p style="text-align: justify;">Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50<br />
E-Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50</p>
<p style="text-align: justify;">Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Atendimento ao cliente</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender. Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Detalhes do produto</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Publicidade &#8220;paga&#8221;</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Não vou investir em publicidade &#8220;paga&#8221;, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. Publicidade &#8220;gratuita&#8221;</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Só vou investir em publicidade &#8220;gratuita&#8221;, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso &#8211; lógico que se usadas com sabedoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. Nota fiscal</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. Planejamento</strong></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cai Fora! O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo &#8220;Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO! Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.</p>
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		<title>Paypal abre a &#8220;caixa preta&#8221;, tempos de mudança&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 01:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Para alegria dos desenvolvedores o Paypal divulgou há algumas semanas que abrirá sua plataforma aos desenvolvedores, a partir de 03/11/2009. O PayPal recentemente anunciou em seu blog X.com que a plataforma se tornará aberta para desenvolvedores. As APIs vão oferecer mais possibilidades para sistemas financeiros. Com o slogan “change how<a href="http://blog.rdorval.com/2009/10/paypal-abre-a-caixa-preta-tempos-de-mudanca/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-239" title="paypal-detail" src="http://www.rdorval.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/paypal-detail.jpg" alt="paypal-detail" width="204" height="204" />Para alegria dos desenvolvedores o Paypal divulgou há algumas semanas que abrirá sua plataforma aos desenvolvedores, a partir de 03/11/2009.</p>
<p style="text-align: justify;">O PayPal recentemente anunciou em seu blog X.com que a plataforma se tornará aberta para desenvolvedores. As APIs vão oferecer mais possibilidades para sistemas financeiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-238"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Com o slogan “change how we pay” (mude a forma como pagamos), feedbacks estão sendo submetidas de todo o lugar do globo. Você também pode enviar suas ideias através do site: http://www.changehowwepay.com/</p>
<p style="text-align: justify;">A PayPal, que segundo definição da Wikipedia, &#8220;permite a transferência de dinheiro entre indivíduos ou negociantes usando um endereço de e-mail, assim, evitando métodos tradicionais como cheques e boleto bancário&#8221; promete uma revolucão no setor, será?</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo abaixo foi criado por eles para difundir o futuro que se espera ao abrir o Paypal para a comunidade, não se anime!!! O que você vai assistir é apenas uma ficção ao melhor estilo &#8220;Minority Report&#8221;, mas também não dá para duvidar muito disso&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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