O uso de videoconferência ao alcance de micro e pequenas empresas

video-conferenceAlgumas empresas gastam muito dinheiro em treinamentos e reuniões presenciais, ignorando que a internet esta ai para ser útil também!

Conheço empresas que gastam milhões por ano em passagens aéreas, hotéis e demais despesas de viagem de seus colaboradores. De fato, são gastos inevitáveis muitas vezes, mas será que na era da internet, isso não pode ser pelo menos minimizado?

Com a melhora dos links de internet no Brasil (mas ainda distante do ideal), ferramentas para videoconferências se tornaram mais populares, com opções robustas, e algumas gratuitas e eficientes!

A tecnologia de videoconferência permite conciliar hardwares e softwares para transmissão de áudio e vídeo entre vários usuários, simultaneamente. Normalmente é usado câmeras, ou webcams, um computador (as vezes pode ser um equipamento especifico, no caso de soluções mais robustas), e uma conexão de banda larga para fazer a conexão com múltiplos participantes. Ferramentas de videoconferência geralmente integram algumas funcionalidades complementares além do vídeo, áudio/VoIP e chat de texto, como dispositivos para transferência de arquivos e gravação de áudio/vídeo.

No passado, reservadas apenas para sistemas próprios de hardware muito custosos, tais ferramentas e serviços crescem notadamente em quantidade e oferecem agora alternativas múltiplas de utilidade para serem usadas sem se gastar um centavo, tornando a solução atraente para micro e pequenas empresas, ou até mesmo grandes corporações.

Um exemplo gratuito é o Google+ e sua ferramenta de “Hangout”. Basicamente falando, essa ferramenta é um serviço de videoconferência entre os usuários da rede social Google+. Você reúne as pessoas, e todos se veem e conversam em um único lugar, sendo necessária apenas a instalação de um plugin do Google para isso (tal qual já acontecia para conversar com vídeo, usando o Gtalk do Gmail).

O Hangout possui plugins que funcionam tanto em Windows como em Linux e Mac, permitindo a comunicação independentemente do sistema operacional usado pelos usuários.

Na verdade, em relação à compatibilidade, a maioria das soluções de videoconferência gratuitas, ou vendidas no mercado, são compatíveis não apenas com sistemas operacionais para computadores, mas também com smartphones e tablets baseados nos sistemas operacionais Android, Windows Phone e iOS (Apple). O link de Internet varia conforme o serviço utilizado, a utilização e quantidade de usuários, mas pode-se considerar 1Mbps por dispositivo simultâneo.

Ainda na questão de ferramentas, existe o Skype, que neste caso, para habilitar a opção de videoconferência é necessário pagar uma licença extra. Nesta linha de ferramentas com custo, existem ainda as ferramentas: Adobe Connect Now, Tokbox, GoToMeeting, Polycom e VSee.

Análises de uma recente pesquisa global conduzida pela Redshift Research e encomendada pela Polycom, revelaram que os executivos de RH que atualmente utilizam vídeo no trabalho irão preferir a vídeo colaboração, ao invés do e-mail, como o seu principal método de comunicação empresarial nos próximos três anos.

A maioria dos pesquisados (56%), indicou que o vídeo seria o seu método preferido de comunicação para os negócios, superando o e-mail (49%) e conferências por áudio (32%). Os dados foram coletados a partir de 1.205 tomadores de decisões de negócios no Reino Unido, França, Alemanha, Rússia, Polônia, Bélgica, Brasil, EUA, Índia, Singapura e Austrália.

A agilidade na tomada de decisão e a possibilidade de fazer reuniões que antes não eram possíveis, torna os sistemas de videoconferência, uma ferramenta de produtividade poderosíssima para qualquer empresa, seja pública ou privada, de qualquer mercado.

Até a próxima!

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